Yasmin Marinho, a modelo e bailarina juiz-forana que ganhou o palco do ‘Domingão do Faustão’

Fonte: Tribuna de Minas | Cesar Romero em 26/01/2020 às 09:00 h

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Yasmin Marinho, a modelo e bailarina juiz-forana que ganhou o palco do ‘Domingão do Faustão’

Queijo campeão
A ‘chef’ Ana Paula Esteves, do Oliva Bistrô, em Ibitipoca, fechou parceria com os irmãos Elder e Ygor Sebastian Ribeiro, produtores do queijo artesanal ‘Paiol’. Fabricado na pequena Alagoa, o queijo conquistou três medalhas de ouro e uma de prata no Prêmio Queijo Brasil.

Encontro do bem
Editora-chefe do MG1, Érika Salazar é a convidada para falar sobre superação no Projeto Sol – Abraçando a Vida, nesta segunda, no Ritz Hotel. Bertrand também dará seu toque musical.

Modelo de negócios
Diogo Souza Gomes comentando sobre o sucesso da imersão que a Souza Gomes Imóveis realizou durante dois dias, com presença de 12 empresários de várias cidades.

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Eles Acontecem…

Fonte: Tribuna de Minas | Cesar Romero em 26/01/2020 às 09:00 h

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Eles Acontecem…

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<>Patrocínio renovado: Nadador paralímpico do Clube Bom Pastor, Gabriel Schumann Mattoso (20 anos) comemora a renovação do patrocínio pelo Rodoviário Camilo dos Santos. Atleta da Sangue Azul Team desde o ano passado, Gabriel já coleciona grandes conquistas como o segundo melhor tempo do Brasil, 19°melhor do mundo, oito vezes campeão regional, além de ter subido ao pódio cinco vezes no Open Internacional de Natação.Em fevereiro, em Brasília, ele disputa o Circuito Caixa e está no páreo por uma vaga nas Paralímpiadas de Tóquio. Foto: KELEY LOPES

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Fala Quem Sabe: Leitura, um hábito imprescindível

Fonte: Tribuna de Minas | Cesar Romero em 26/01/2020 às 09:00 h

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Fala Quem Sabe

Leitura, um hábito imprescindível

Ler é um ato de coragem. Em tempos de televisão, internet e informações extremamente resumidas e manipuláveis, os livros resistem como uma saída, um suspiro de tranquilidade – ou talvez até lucidez. A escrita é, desde os primeiros trovadores às obras românticas e modernas, um meio de relato, de denúncia e de perpetuação do conhecimento. Claro, só há escritores porque há interlocutores, esclarecendo já no início a importância da leitura: absorver informações, imortalizar uma realidade e até mesmo mudá-la. Desde o jardim de infância nos é incentivado o culto a tal hábito, mas ninguém está falando de uma sessão de obras machadianas, e sim da mais simples compreensão linguística que, por si só, é capaz de mover montanhas.

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Norma visa a reduzir presença de gorduras trans industriais nos alimentos

Fonte: Tribuna de Minas | Tribuna em 26/01/2020 às 09:00 h

A presença de gorduras trans em alimentos industrializados pode estar com os dias contados no Brasil. Há cerca de um mês, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 332/2019, que traz regras que limitam o uso das gorduras trans em alimentos industrializados. O objetivo é proteger a saúde da população, uma vez que o consumo elevado dessas gorduras é nocivo à saúde por favorecer o surgimento de problemas cardiovasculares, como o entupimento de artérias que irrigam o coração, aumentando o risco de morte por essas doenças. A nova RDC prevê a implantação da norma em três fases, iniciando com o estabelecimento de limites de gorduras trans industriais para a indústria e serviços de alimentação e prosseguindo até o banimento do uso de gordura parcialmente hidrogenada até 2023.

Etapas de implementação

Conforme a Anvisa, a primeira fase para a implantação da medida está focada na imposição de limites de gorduras trans industriais na produção de óleos refinados, limitando a 2% sua presença nesses produtos.

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Vale tudo

Fonte: Tribuna de Minas | Júlia Pessôa em 26/01/2020 às 08:00 h

Era 1988, o Brasil mal engatinhava nos primeiros anos de abertura política pós-ditadura militar, e ‘Vale tudo’ entrava no ar, vindo a se tornar uma das novelas mais emblemáticas da teledramaturgia nacional. Nestes últimos dias, vivemos com o espectro de Regina Duarte, protagonista da trama que virou hit, rondando a Secretaria de Cultura, quase já se sentando à cadeira a convite do presidente que, nas palavras da atriz em entrevista ao ‘Estado de S. Paulo’, ‘é um homem dos anos 1950, como meu pai, e que faz brincadeiras homofóbicas, mas é da boca pra fora.’ Imagine só no que essa dupla vai dar.

‘Vale tudo’ foi tão emblemática que mesmo eu, que tinha só três anos quando a novela estava no ar, tenho as referências que a obra deixou: o mistério de ‘Quem matou Odete Roitman?’, a vilã; a jovem alcoólatra e bon vivant Heleninha Roitman; o personagem de Reginaldo Faria , um vilão corrupto, fugindo impunemente do Brasil ao fim da novela e dando uma banana para o país; e várias outras cenas antológicas.

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JF Por Aí…

Fonte: Tribuna de Minas | Cesar Romero em 26/01/2020 às 08:00 h

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JF Por Aí…

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<>Cinema em Tiradentes: O jornalista Gabriel Duarte participa da 23ª Mostra de Cinema de Tiradentes, com o filme “Azar”. O trabalho, roteirizado e dirigido pelo juiz-forano, será exibido neste domingo, às 16h30, no Cine-Tenda.A obra se passa em uma sexta-feira 13, de 1968, no período do regime militar, e conta a história de Alice, mulher supersticiosa (interpretada pela atriz Soraya Ravenle) que decide não sair de casa. Segundo Gabriel, ‘o curta é resultado de estudos realizados na graduação sobre estética, cinema e realismo contemporâneo, com o professor Nilson Alvarenga’. Na foto, o professor (que atuou como diretor de fotografia) Gabriel, Márcia Falabella (responsável pelo elenco) e Soraya Ravenle.

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Régis José de Oliveira, o compositor que não deixa o samba morrer

Fonte: Tribuna de Minas | Mauro Morais em 26/01/2020 às 08:00 h

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Foto: Fernando Priamo

A quadra era um parque de diversões para o menino. Recém-chegado ao Bairro Vila Alpina, o pequeno Régis José de Oliveira corria com seus 13 anos para o São Benedito, onde os tambores e tamborins agitavam a quadra da escola de samba Castelo de Ouro. ‘O seu Euclides (presidente da agremiação) animava muito os garotos da época. Quem cantava na quadra ganhava Coca-Cola e cachorro-quente. A gente ia aprendendo, então. E até o Zezé do Pandeiro, que era o cantor oficial, chegar, tinha um momento para a garotada pegar o microfone e cantar acompanhando a bateria. Ele via quem era de sambar, quem ia para a bateria e quem gostava de cantar’, recorda-se Régis da Vila, aos 60 anos. Naquele 1972 o menino fez sua estreia na avenida. ‘O meu boi morreu, o meu boi bumbá, o meu boi morreu, vivia o barqueiro a cantar’, cantava, da ala das crianças, seguindo o intérprete Zezé do Pandeiro.

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