Janio de Freitas: Bolsonaro insulta jornalistas em vez de dar respostas sobre seu governo

Fonte: Janio de Freitas em 19/01/2020 às 05:00 h

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“Cala a boca!”. “Você tá falando da tua mãe?” Ainda não foi dessa vez. A repórter e o colega ficaram impassíveis, tal como outros jornalistas profissionais têm suportado as reações de Jair Bolsonaro a perguntas que não pode responder, apesar de legítimas e necessárias. Mas não está eliminada a possibilidade, um dia qualquer, de que um repórter não aceite ver sua mãe em frase de moleques, e reaja à altura. Pode ser outra a frase insultuosa, e sempre será uma situação sem precedente, porém não exótica.
… (01/19/2020 – 02h00)

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Tostão: Equipes precisam achar equilíbrio entre acelerar e cadenciar

Fonte: Tostão em 19/01/2020 às 05:00 h

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m leitor, que encontrei pelas ruas de Belo Horizonte perguntou-me, mesmo sabendo que Luan tinha feito dois belos gols na estreia, se não há um contrassenso do técnico Tiago Nunes, do Corinthians, que quer um time intenso e que chegue rápido ao gol, e, ao mesmo tempo, investe em um clássico meia de ligação, mais lento e de toques curtos.
… (01/19/2020 – 02h00)

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Marcelo Leite: Precisamos estudar psicopatas bem-sucedidos

Fonte: Marcelo Leite em 19/01/2020 às 05:00 h

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O leitor que só enxerga a vida pelo prisma da política vai achar que a coluna é sobre um secretário de Cultura que plagiou de Goebbels a frase, o filmete e o projeto cultural heroico-nacionalista. Ou sobre um presidente que o elogia de noite e demite de manhã, por um “pronunciamento infeliz”. Mas não é.
… (01/19/2020 – 02h00)

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Ruy Castro: Garfadas fatais

Fonte: Ruy Castro em 19/01/2020 às 05:00 h

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De 1983 a 1985, o cineasta Henry Jaglom teve o privilégio de almoçar semanalmente com Orson Welles (1915-1985), em Hollywood, e gravar as conversas. Daí resultou, em 2013, o livro “My Lunches with Orson”, de Peter Biskind, ainda inédito aqui e que só li agora, com atraso. Mas, concorde-se ou não com Orson, nunca é tarde para ouvi-lo. Exemplos.
… (01/19/2020 – 02h00)

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Fernando Canzian: Weintraub e Roberto Alvim, tudo a ver

Fonte: Fernando Canzian em 18/01/2020 às 21:00 h

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Na transmissão ao vivo feita poucas horas antes do vídeo com alusão ao nazismo que derrubou seu secretário de Cultura, o presidente Jair Bolsonaro aparece ao lado do agora demitido Roberto Alvim e do ministro da Educação, Abraham Weintraub.
… (01/18/2020 – 14h00)

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Demétrio Magnoli: Haddad e os intermediários

Fonte: Demétrio Magnoli em 18/01/2020 às 05:00 h

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Fernando Haddad assina coluna na Folha, mas terceiriza a assinatura de cartas que escreve ao Painel do Leitor. Na cartinha dirigida a mim (13/1), Nunzio Haddad Briguglio simula não entender o que escrevi (em 11/1), desafiando-me a exibir um caso de ingerência do MEC na seleção de livros didáticos para a compra pública federal. Ofereço-lhe duas respostas: 1) Sob os governos do PT, o MEC interferiu em todos os processos de seleção; 2) Até onde sei, o MEC nunca vetou explícita e diretamente um livro específico.
… (01/18/2020 – 02h00)

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Kennedy Alencar: ‘Pastoral Americana’ estreará em 3 de fevereiro na CBN

Fonte: Kennedy Alencar | Kennedy Alencar em 17/01/2020 às 21:00 h

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‘Pastoral Americana’, coluna que farei para a CBN como correspondente em Washington, estreará no dia 3 de fevereiro. O título é inspirado no badalado livro do escritor Philip Roth, que ganhou um prêmio Pulitzer em 1998.

A obra de Roth é genial. ‘Pastoral Americana’ é considerada sua obra-prima. Nathan Zuckerman, um escritor de ficção e alter ego de Philip Roth que está presente em outros livros, conta a história de Seymour Levov, um judeu que tem o apelido de Sueco e atleta legendário da escola que acaba se casando com uma mulher católica que tinha sido miss.

Pastoral é a vida idílica no campo americano. Em tese, é um lugar de paz, prosperidade, de ordem, de aparente sucesso familiar. Sueco é um homem bom e bonito, um empresário que contrata negros nos anos 60, um crítico da guerra do Vietnã, um pai e marido exemplar.
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Claudia Costin: Diplomacia ou Guerra?

Fonte: Claudia Costin em 17/01/2020 às 05:00 h

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O assassinato do chefe militar iraniano Qassim Suleimani, em Bagdá, no início do ano, por forças americanas, poderia trazer dois tipos de reação, ameaças de guerra nas suas múltiplas formas, como vingança pelo ato, ou o recurso a uma queixa formal por crime contra um funcionário de um governo junto a organizações internacionais. 
… (01/17/2020 – 02h00)

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Ruy Castro: Aloprar ou recrudescer

Fonte: Ruy Castro em 17/01/2020 às 05:00 h

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Há semanas, agoniado com as investigações do Ministério Público do Rio sobre a “rachadinha” no gabinete de seu filho Flávio quando deputado estadual, Jair Bolsonaro ejaculou: “Se não tiver a cabeça no lugar, eu alopro!”. Aloprar significa ficar inquieto, agitado -aloprado. E Bolsonaro tem razão para aloprar  -talvez já esteja sentindo a Justiça perigosamente perto das trampolinagens da família. Mas vamos ser justos. Num governo estrelado por tantos analfabetos, inclusive ele, surpreende vê-lo resgatar um verbo tão exótico e pouco usado.
… (01/17/2020 – 02h00)

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