Hélio Schwartsman: Devemos apoiar o #BoycottBrazil?

Fonte: Hélio Schwartsman em 24/08/2019 às 03:00 h

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Como você, leitor, pessoa racional, que acredita em fatos, razoavelmente empática e preocupada com o planeta que deixaremos para nossos filhos e netos, deve se posicionar em relação à campanha internacional de boicote a produtos brasileiros para salvar a Amazônia? A questão é complexa.
… (08/24/2019 – 02h00)

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Claudia Costin: Um país mal educado e construção de pontes

Fonte: Claudia Costin em 23/08/2019 às 07:00 h

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Em 2018, foi publicado um excelente livro de Daniel Barros, estudioso de políticas públicas, com o título “País Mal Educado: Por Que se Aprende Tão Pouco nas Escolas Brasileiras?”, abordando os desafios da educação brasileira e algumas boas práticas que vêm nos colocando no caminho correto. O tema é abordado na perspectiva do ensino formal e mostra como algumas escolhas feitas pelo Brasil no passado trouxeram dificuldades em assegurar aprendizagem de qualidade para todos no presente.
… (08/23/2019 – 02h00)

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Hélio Schwartsman: Festejando tragédias

Fonte: Hélio Schwartsman em 23/08/2019 às 03:00 h

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Quem faz reféns corre o risco de levar legitimamente uma bala na cabeça. Tanto o consequencialismo como a deontologia moderada tendem a considerar permissível ou até obrigatória a ação do policial que mata o criminoso que ameaçava a vida de inocentes. Uma coisa, porém, é aceitar a morte do sequestrador Willian Augusto da Silva como um revés inevitável e outra é celebrá-la, como fizeram policiais, Wilson Witzel e Jair Bolsonaro.
… (08/23/2019 – 02h00)

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Ruy Castro: Caretice em Woodstock

Fonte: Ruy Castro em 23/08/2019 às 03:00 h

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Woodstock foi há 50 anos e, há pelo menos 30, fico esperando a enxurrada de reportagens, artigos e análises a respeito que saem a cada dez anos. Fiz isto de novo desta vez. Não que o festival em si me interesse. Quando ele aconteceu, li no Jornal do Brasil um vago telegrama falando de um festival de rock acontecido dias antes e que reunira milhares de jovens numa grota chamada Woodstock. Veja bem, na época, as agências de notícias levaram alguns dias para se tocar -significando que Woodstock cresceu em importância à medida que se distanciou do fato.
… (08/23/2019 – 02h00)

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Kennedy Alencar: Bolsonaro fere Constituição com sua política ambiental, diz Marina

Fonte: Kennedy Alencar | Kennedy Alencar em 23/08/2019 às 03:00 h

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Marina Silva diz que o presidente Jair Bolsonaro desrespeita a Constituição com a sua política ambiental. Propõe reação de políticos e da sociedade civil brasileira para barrar retrocessos em políticas públicas construídas durante décadas.

Os danos à Amazônia custarão caro ao Brasil, que virou pária internacional, segundo a ex-senadora, que foi ministra do Meio Ambiente no governo Lula. O país sofrerá retaliações internacionais devido ao desmatamentos e queimadas recordes. Prejuízos causados à floresta poderão ser irreversíveis.

Está sendo destruído um esforço de governos anteriores para mudar a imagem do Brasil no mundo e implementar uma política ambiental responsável, avalia Marina. O acordo entre a União Europeia e o Mercosul está sob ameaça.

Grileiros e fazendeiros se sentem autorizados a barbarizar porque esse sinal é transmitido por Bolsonaro e seus ministros.
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Escuta: Contra o público

Fonte: Escuta | Diogo Tourino de Sousa em 22/08/2019 às 19:00 h

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A tragédia brasileira foi retratada com primor pelo ensaio de Kléber Mendonça Filho, O som ao redor (2012). No drama, um bairro de classe média da zona sul da cidade do Recife tem sua rotina alterada com a chegada de uma milícia de rua, que oferece segurança aos moradores em troca de remuneração. O grupo, liderado pelo indizível Clodoaldo, entra no bairro com a anuência do seu mandão local, ‘seu’ Francisco, uma caricata e ao mesmo tempo real figura da sociedade brasileira: impune, infenso ao som dos outros, retratado no ambiente controlado e silencioso do seu apartamento, o homem nada na praia a despeito dos alertas sobre o risco de tubarões.

O bairro comporta o diverso. Da dona de casa que fuma maconha com o auxílio do aspirador de pó e se masturba com o movimento brusco da lavadora de roupas, sofrendo de forma épica com o latido do cachorro do vizinho, passando pelo playboy Dinho e seus pequenos furtos por diversão, até João, um corretor de imóveis algo banal, que alimenta uma relação de estranhos limites com a emprega doméstica.

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Escuta: Contra o público

Fonte: Escuta em 22/08/2019 às 13:00 h

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Diogo Tourino de Sousa*

A tragédia brasileira foi retratada com primor pelo ensaio de Kléber Mendonça Filho, O som ao redor (2012). No drama, um bairro de classe média da zona sul da cidade do Recife tem sua rotina alterada com a chegada de uma milícia de rua, que oferece segurança aos moradores em troca de remuneração. O grupo, liderado pelo indizível Clodoaldo, entra no bairro com a anuência do seu mandão local, ‘seu’ Francisco, uma caricata e ao mesmo tempo real figura da sociedade brasileira: impune, infenso ao som dos outros, retratado no ambiente controlado e silencioso do seu apartamento, o homem nada na praia a despeito dos alertas sobre o risco de tubarões.

O bairro comporta o diverso. Da dona de casa que fuma maconha com o auxílio do aspirador de pó e se masturba com o movimento brusco da lavadora de roupas, sofrendo de forma épica com o latido do cachorro do vizinho, passando pelo playboy Dinho e seus pequenos furtos por diversão, até João, um corretor de imóveis algo banal, que alimenta uma relação de estranhos limites com a emprega doméstica.

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