Novo decreto deve restringir ainda mais o funcionamento de comércio

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Movimento foi discreto no Centro de Juiz de Fora na manhã desta quinta (Foto: Leonardo Costa)

A Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) vai publicar, ainda nesta quinta-feira (19), um novo decreto com medidas ainda mais restritivas das ações de enfrentamento ao avanço do coronavírus na cidade. Este será o terceiro dispositivo editado desde a última segunda-feira. Como novidades, o novo decreto traz a proibição para novas atividades privadas, além de shoppings center e centros comerciais. As novas regras atingem o comércio em geral e veda o funcionamento de ‘galerias, lojas, salões de beleza, barbearias, clínicas de estética’. Nestes casos será admitido apenas os serviços de entrega em domicílio (delivery) nas situações em que estes forem possíveis. Também fica proibido o funcionamento de clubes sociais de serviço e lazer no município.

Sobre o comércio em geral, há exceções em alguns casos e poderão funcionar estabelecimentos tidos como essenciais como farmácias e drogarias; mercados, supermercados, hipermercados, mercearias, lojas de conveniências e de produtos para animais; clínicas de saúde e laboratórios; açougues, peixarias e padarias; clínicas veterinárias;
lojas especializadas em produtos de saúde, higiene, materiais de limpeza; postos de gasolina e distribuidores de gás de cozinha; lotéricas e bancos; e funerárias.

No caso destes estabelecimentos, devem ser adotadas as medidas estabelecidas pelas autoridades de saúde de prevenção ao contágio e contenção da propagação de infecção viral relativa ao Covid-19.

Ficam reforçadas as proibições dos funcionamentos de academias de ginástica e estabelecimentos de condicionamento físico; casas noturnas; casas de shows e espetáculos de qualquer natureza; boates; danceterias; salões de dança; bares e similares; casas de festas e eventos; cinemas e teatros; e parques de diversão e parques temáticos. No caso de restaurantes e lanchonetes, estes poderão funcionar se, na organização de suas mesas, for observada a distância mínima de dois metros entre elas, bem como medidas de higiene recomendadas pelos órgãos de saúde. O decreto determina ainda que seja dada preferência à entrega a domicílio (delivery).

Ainda de acordo com o novo decreto, os estabelecimentos que continuarem em funcionamento deverão intensificar as ações de limpeza, disponibilização de álcool em gel 70% aos clientes e trabalhadores e promover a divulgação de informações oficiais sobre prevenção à doença. As atividades administrativas e os serviços essenciais de manutenção destes espaços poderão ser realizadas com adoção de escala mínima de pessoas e, quando possível, preferencialmente por meio virtual.

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