Não sou obrigada

Fonte: Tribuna de Minas | Tribuna em 08/03/2020 às 08:00 h

Em tempos modernos, um dos mais virais memes da web, além de música, passa a ser também um conceito. Se décadas atrás o ‘não sou obrigada’ seria considerado petulância, hoje, é uma frase que resume bem as tendências do comportamento feminino, a partir das lutas por que passam as mulheres, diuturnamente.

Decerto, ainda há muitas discrepâncias entre as culturas referentes à figura feminina mundo afora e, embora haja uma evolução do comportamento, poder-se-á dizer que, no Brasil, grande parte das mulheres ainda precisa recitar: ‘Não sou obrigada’, já que vivemos num país machista, homofóbico, racista, desigual, (por vezes) anti-intelectualista etc. Tudo de forma tão explícita que, por exemplo, não fosse assim, não ocuparíamos o quinto lugar no ranking dos países com maior taxa de feminicídio do mundo.

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Adoráveis Mulheres do século XXI: uma família formada por três gerações

Fonte: Tribuna de Minas | Mauro Morais em 08/03/2020 às 08:00 h

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Terminam juntos. Sem casamento, sem noivado, sem rótulos. A protagonista de ‘Adoráveis mulheres’, interpretada pela atriz Saoirse Ronan, termina o filme com o professor vivido por Louis Garrel, mas não há um matrimônio como no livro no qual se baseou o longa-metragem que recebeu seis indicações ao Oscar deste ano e faturou o prêmio de melhor figurino. No livro ‘Mulherzinhas’, de Louisa May Alcott, publicado pela primeira vez em 1868, a aliança no dedo ao final era uma exigência editorial. O filme conta isso. ‘Eu quis dar um final que Louisa teria gostado. No fundo, contei uma história de amor entre uma garota e seu livro’, comentou a diretora do longa, Greta Gerwig, responsável por renovar o interesse pela obra do século XIX. Mais de um século depois de seu lançamento, o título retorna às prateleiras em diferentes edições de distintos selos.

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Pra não dizer que não falei das flores

Fonte: Tribuna de Minas | Júlia Pessôa em 08/03/2020 às 08:00 h

Chega a época em que, o debate raso sobre dar ou não flores no Dia Internacional da Mulher ganha as redes sociais. Na rinha, há homens ofendidíssimos, como se dar um buquê ou uma rosa ou uma mulher fosse uma missão moral de vida que lhe é negada. De outro mulheres que não veem problema no ato, dizendo que adoram flores e que o cotidiano já é duro demais, então por que não aceitar pequenas e esporádicas gentilezas da vida? Há ainda as que dizem que essa paparicação florida é um ato de condescendência, assim como chavões cafonérrimos de que ‘enfeitamos o ambiente’, ‘trazemos o toque feminino’- seja lá o que ele for e frases feitas e vazias desta estirpe.

O feminismo bateu na minha janela quando eu já era adulta, e, de forma natural – e nem por isso menos egoísta -, floresceu (trocadilho intencional) a partir de opressões que eu percebia que sofria: o assédio na rua, a cobrança por ser mãe, o questionamento do que digo e faço pelo simples fato de ser mulher, a vigilância sobre meu corpo, relacionamentos que tentaram tolher minha liberdade e minha autoestima (e, por um tempo, conseguiram), e várias outras questões que me afetavam diretamente na minha vida branca, hétero, cis e de classe média.  E tudo bem, esta sou eu, esta é minha vida, são estes os problemas que me afetam.

Mas cada vez mais tenho pensado no quão feministas são as mulheres que nunca precisaram se rotular como tal para estarem em constante estado de luta, para existirem como são.

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Tribuna abre série com mulheres sobre violências cotidianas

Fonte: Tribuna de Minas | Tribuna em 08/03/2020 às 08:00 h

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‘Ensinamos as meninas a sentir vergonha. ‘Fecha as pernas, olha o decote.’ Nós as fazemos sentir vergonha da condição feminina, elas já nascem culpadas. E crescem e se transformam em mulheres que não podem externar seus desejos. Elas se calam, não podem dizer o que realmente pensam, fazem do fingimento uma arte. Conheço uma mulher que odiava tarefas domésticas, mas fingia que gostava, pois fora ensinada que ‘uma boa esposa’ tem de ser ‘caseira’. Ela por fim se casou. A família do marido começou a reclamar quando seu comportamento mudou. Ora, na verdade, ela não mudou. Apenas se cansou de fingir ser o que não era’, o trecho acima faz parte do discurso ‘Nós somos todos feministas’, da escritora nigeriana Chimamanda Adichie, que se destacou, mundialmente, por sua luta pela igualdade entre os gêneros.

A passagem que a autora descreve serve de exemplo de como as mulheres, além da violência física, enfrentam também o que é chamado de violência subjetiva.

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Tupi estreia novo técnico contra o Athletic

Fonte: Tribuna de Minas | Bruno Kaehler em 08/03/2020 às 08:00 h

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Técnico acompanhou e orientou de perto os atletas nos quatro treinamentos que pôde comandar (Foto: Bruno Kaehler)

O Tupi volta a jogar diante do torcedor neste domingo (8), às 10h, pelo Módulo II do Campeonato Mineiro. Desta vez, o Galo recebe o Athletic, no Estádio Municipal Radialista Mário Helênio, pela quinta rodada da competição. O Carijó iniciou a rodada em décimo, com 3 pontos, enquanto o time de São João del-Rei começou em terceiro, com 7. A partida marca a estreia do novo técnico, Júlio César Garcias, o Imperador, como conhecido nos tempos de atacante do Flamengo, onde foi campeão brasileiro em 1992.

O comandante foi apresentado na última sexta-feira (6) e antecipou que buscará criar um ‘perfil vencedor’ em uma equipe que tenha a posse de bola no campo de ataque.

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Concentração de ambulantes irregulares chama a atenção em JF

Fonte: Tribuna de Minas | Renan Ribeiro em 08/03/2020 às 07:30 h

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Entre problemas decorrentes do uso irregular do espaço está o comprometimento da mobilidade, já que, em alguns casos, os produtos ficam dispostos em locais de tráfego de pedestres (Foto: Fernando Priamo)

Uma volta rápida pelo Centro da cidade é o bastante para verificar o aumento visível da presença de vendedores ambulantes em situação irregular. Bancadas improvisadas com papelão, caixotes e telas são posicionadas em calçadas e até em partes de algumas vias. Sobre elas, vários tipos de mercadoria: frutas, meias, CDs, eletrônicos, chinelos, óculos, enfeites para unhas, brinquedos, sombrinhas, entre muitos outros artigos, de naturezas diversas. A situação é parte de um contexto complexo, que envolve, entre outros atores, a conjuntura econômica, a falta de políticas públicas voltadas para a educação e para o trabalho.

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Juiz-forana se destaca como preparadora física no futebol feminino do Vasco

Fonte: Tribuna de Minas | Bruno Kaehler em 08/03/2020 às 07:30 h

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Aos 25 anos, Jaqueane Correa já é referência no futebol feminino brasileiro. Juiz-forana do Bairro Santa Terezinha, Zona Nordeste da cidade, ela é a preparadora física das equipes femininas sub-16, sub-18 e adulta do Vasco da Gama desde setembro do ano passado. Mais que isso, a profissional formada na Faculdade Metodista Granbery, com pós-graduação em Futebol na Universidade Federal de Viçosa, é a única mulher nas funções de campo das comissões técnicas do Cruz-Maltino.

Profissional atua no Clube da Colina deste setembro do ano passado (Foto: Arquivo Pessoal)

‘Dentro de um corpo técnico de futebol, as mulheres geralmente estão representadas como psicólogas, nutricionistas e assistentes sociais e quase nunca fazem parte da comissão’, explica Jaqueane à Tribuna. ‘Sempre joguei bola e, em 2019, depois da pós-graduação, recebi algumas propostas para deixar Juiz de Fora.

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Roda de samba homenageia cantoras e compositoras do samba

Fonte: Tribuna de Minas | Tribuna em 08/03/2020 às 07:30 h

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Roger Resende comanda roda que terá no repertório Beth Carvalho, Clara Nunes, Dona Ivone Lara entre outras (Foto: Celine Billard/Divulgação)

O cantor e compositor Roger Resende realiza neste domingo (8), às 17h, no Jolly Rogers Bar Garage, uma edição especial da roda de samba Domingueira Musical em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março. Para a apresentação, o repertório terá músicas compostas ou interpretadas por mulheres que fizeram e ainda fazem parte da história da música brasileira, como Beth Carvalho, Clara Nunes, Clementina de Jesus, Dona Ivone Lara e Lecy Brandão, entre outras.

Além da banda que já acompanha o artista nas rodas de samba (Maíra Delgado na percussão; Chico Cabral e Carlos Fernando nos vocais e percussão; e Fernando César no violão de sete cordas), a edição especial da Domingueira Musical terá as participações especiais das artistas Juliana Stanzani (vocais), Fabrícia Valle (percussão), Bia Nascimento (violão e cavaquinho), e Amanda Martins (flauta).

 

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