Procon-MG esclarece dúvidas de quem comprou cervejas Backer

Fonte: Tribuna de Minas | Tribuna em 16/01/2020 às 13:30 h

Depois de três mortes suspeitas por síndrome nefroneural e de o Ministério da Agricultura determinar o recolhimento de todos os produtos da cervejaria Backer e a suspensão da fabricação, o Procon de Minas Gerais explicou quais providências poderão ser tomadas em relação a possíveis danos morais e patrimoniais causados aos consumidores que compraram a bebida.

O coordenador do Procon-MG, promotor de Justiça Amauri Artimos da Matta, em entrevista coletiva na quarta-feira (15), explicou algumas questões relacionadas aos direitos dos consumidores que ingeriram a cerveja Belorizontina (lotes L1 1348, L2 1348 e L2 1345), da Cervejaria Backer, contaminadas com etilenoglicol e dietilenoglicol, segundo laudos da Polícia Civil de Minas Gerais. O promotor de Justiça explicou ainda como o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) está atuando no caso e quais providências poderão ser tomadas em relação a possíveis danos morais e patrimoniais causados aos consumidores.

Confira os esclarecimentos

– Até o presente momento, quais são os lotes e marcas das cervejas Backer contaminadas pelas substâncias etilenoglicol e dietilenoglicol, segundo os laudos periciais da Polícia Civil/MG?

Lotes L1 1348, L2 1348, e L2 1354 das cervejas Belorizontina e Capixaba.

 

– Os consumidores que adquiriram e consumiram os lotes L1 1348, L2 1348 e L2 1354 das cervejas Belorizontina e Capixaba têm direitos a serem preservados, em relação aos comerciantes?

Sim.

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