Escuta: O futuro como memória do passado: Reflexões sobre ‘O Eternauta 1969’

Fonte: Escuta | Matheus Vitorino Machado em 19/11/2019 às 21:00 h

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Oesterheld, em Maio de 1969, receberia em seu escritório em Buenos Aires a surpreendente visita de um viajante do tempo. Curioso, ainda que confuso, o escritor argentino se põe a escutar o viajante que se autointitula ‘Eternauta’. Vindo do futuro, Juan Salvo começa a narrar história que tem início em seu domicílio em Buenos Aires, onde se encontrava junto de seus amigos, com quem jogava cartas, e de sua esposa e filha. Repentinamente, contudo, um barulho interrompe as atividades da casa. O grupo se dirige a janela, que permanece fechada, para avistar a terrível cena: uma nevasca atinge a capital argentina; seus flocos matam tudo que tocam. Preso em sua casa, o grupo lentamente desenvolve formas de sobreviver à neve mortífera, ao passo que descobrem uma terrível verdade: os flocos de neve fatais são frutos de uma invasão, e se estendem por toda a América Latina.

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