Feminazi

Fonte: Tribuna de Minas | Júlia Pessôa em 17/11/2019 às 08:30 h

As veias abertas da América Latina, cunhadas por Eduardo Galeano, mas vividas desde os tempos coloniais – que nos tentam fazer engolir até hoje como ‘descobrimento’ – não jorram tanto sangue assim faz tempo – e um pouco de pus, tamanha putrefação – embora nunca tenham chegado a cicatrizar. A precariedade da vida no Chile que levou a manifestos gigantescos, o golpe de estado na Bolívia, a histórica situação de miséria em que a Venezuela se afunda há anos, e o Brasil…. bem, não preciso dizer muito sobre o Brasil. ‘Só quem viveu sabe, Gabi’, como diria o meme. Mas eu hoje não vou escrever sobre a derrocada política da América Latina, embora não me saiam da cabeça os versos de Caetano sobre o inconformismo de sempre confirmarmos ‘a incompetência da América Católica’, com seus ‘ridículos tiranos’ que com sua burrice fazem jorrar ‘sangue demais’.

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A troca mútua de carinho e respeito na Casa São Camilo de Lellis

Fonte: Tribuna de Minas | Tribuna em 17/11/2019 às 08:30 h

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Enfrentando um momento de forte depressão, após perder o marido, Ângela Portela conheceu a Casa São Camilo de Lellis. Na primeira vez em que pisou no local, sentiu medo de não dar conta, mas foi tão bem acolhida que, aos poucos, a tristeza foi ficando para trás. De lá para cá, já se passaram dez anos desde que Ângela iniciou na casa um trabalho voluntário. Pelo menos uma vez por semana, ela auxilia nas tarefas do dia a dia e atividades de lazer. ‘Naquele época (há dez anos), tinha uma moradora a quem me afeiçoei e conversava muito. No fim, era ela quem estava me dando força, e criamos uma amizade. Quando esta senhora adoeceu, fiquei com ela no hospital’, conta a aposentada que hoje, aos 66 anos, vê o trabalho voluntário como uma forma de superação da própria dor.

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A cultura como deve ser

Fonte: Tribuna de Minas | Mauro Morais em 17/11/2019 às 08:30 h

Da mesma forma que produzir cultura hoje é diferente de ontem, criar políticas públicas de cultura mudou radicalmente com o passar dos anos. A mesma tecnologia que impõe novos métodos e gestos aos artistas também desafia o Poder Público. E a escassez, constante material de trabalho do artista, é cada vez mais elemento no setor público. Fazer e fomentar, no entanto, são dilemas. E nenhuma resolução é estanque, mas infinito processo. Secretário adjunto de Cultura da Prefeitura de Belo Horizonte, Gabriel Portela não acredita em nada acabado. Tudo está por fazer. Ainda que a capital mineira tenha alterado, de maneira latente, sua cena cultural nos últimos anos, o gestor reconhece diferentes espaços a avançar. Na contramão dos sucessivos cortes, ao assumir o Governo municipal, o prefeito Alexandre Kalil recriou a Secretaria de Cultura, até então funcionando como uma fundação, e convidou Juca Ferreira para assumir a pasta, que montou uma equipe, múltipla, com nomes em ascendência na cena da cidade e outros, parceiros de sua gestão à frente do Ministério da Cultura, como Gabriel.

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Mudanças de épocas

Fonte: Tribuna de Minas | Tribuna em 17/11/2019 às 08:30 h

A partir desta segunda-feira, os estabelecimentos comerciais de Juiz de Fora estarão proibidos de fornecer canudos de plástico aos clientes, atendendo lei aprovada pela Câmara, de autoria do vereador José Márcio Garotinho, e sancionada pelo prefeito Antônio Almas. O texto passou por um período de adequação e, agora, começa a multar os eventuais infratores. Na Câmara, agora, tramita uma outra proposta, patrocinada pelo vereador Rodrigo Mattos, estendendo a restrição também aos copos plásticos. O mote é o mesmo: a proteção do meio ambiente.

As duas propostas estão adequadas aos novos tempos, embora a conscientização ainda esteja em fase embrionária. A adoção dos canudinhos descartáveis surgiu em defesa da saúde, pois era a melhor forma de consumo dentro de padrões de segurança dos próprios usuários.

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‘A cultura não tem estatísticas’

Fonte: Tribuna de Minas | Mauro Morais em 17/11/2019 às 08:30 h

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Tribuna – Como a senhora percebe a parceria público-privada em relação à cultura?

Célia Corsino: ‘O Museu Mariano Procópio é um ativo da cidade que se usa pouco’ (Foto: Carlos Mendonça/Funalfa/Divulgação)

Célia Corsino – Tenho certeza de que hoje em dia sempre temos que ter parcerias público-privadas. Não conseguimos, nós, Governo, fazer nada sozinhos. Só que essas parcerias ficaram sendo um mote da desregulamentação e despreocupação do setor público para com os equipamentos culturais. Se formos ver essas parcerias, percebemos que o estado não deixou de aportar recursos, o que fez foi dar o básico e dizer que para o ‘plus’ é preciso ir ao mercado buscar. Isso, de alguma forma, sempre foi feito. Na área de museus, da qual falo com mais propriedade, foi feito através das associações de amigos dos museus, com o governo mantendo e uma associação trazendo aporte de novos projetos que ajudam a caminhar.

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Lei dos canudinhos entra em vigor nesta segunda em Juiz de Fora

Fonte: Tribuna de Minas | Tribuna em 17/11/2019 às 08:30 h

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Fiscalização também começara nesta segunda (Foto: Fernando Priamo)

A partir desta segunda-feira (18), estabelecimentos comerciais de Juiz de Fora estão proibidos de fornecer canudos plásticos aos clientes. A limitação se dá 120 dias após a sanção da lei municipal 13.904/2019, que estabeleceu este prazo para que os comerciantes se adequassem antes de a nova regra entrar em vigor. Conforme a Secretaria de Meio Ambiente e Ordenamento Urbano (Semaur), a fiscalização começa de forma imediata ao término do período de adaptação, ou seja, na segunda-feira. Com a mudança, os empresários juiz-foranos ficam restritos aos canudos reutilizáveis, recicláveis ou biodegradáveis.

A lei que impede o uso de canudos plásticos na cidade é do vereador José Márcio Garotinho (PV).

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‘Não tem política pública sem dinheiro’

Fonte: Tribuna de Minas | Mauro Morais em 17/11/2019 às 08:30 h

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Tribuna – Passou-se a investir mais em cultura em Belo Horizonte?

Gabriel Portela: ‘A ideia é transformar o patrimônio num ativo cultural e econômico importante, facilitando os processos e diminuindo a burocracia’ (Foto: Carlos Mendonça/Funalfa/Divulgação)

Gabriel Portela Conseguimos, só esse ano, praticamente duplicar o orçamento para atividades finalísticas. O dinheiro que está na ponta, indo para editais, eventos, políticas culturais, foram dobrados. Tem tido não só uma valorização da cultura, mas um aumento de recursos.

A verba é a peça chave da política cultural?

Quando chegamos, os recursos eram insuficientes. Ainda é um recurso pequeno, precisamos avançar muito, mas agora começa a dar condições de trabalho.

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Sicoob Credimata irá inaugurar nova unidade em Juiz de Fora

Fonte: Tribuna de Minas | Tribuna em 17/11/2019 às 08:30 h

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A Zona Norte tem sido, nos últimos anos, uma das regiões de Juiz de Fora que mais têm crescido e recebido investimentos nas áreas de comércio e serviços. E para fomentar ainda mais esses setores, em dezembro, Benfica receberá uma nova agência do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), vinculada ao Sicoob Credimata, Cooperativa Financeira filiada ao sistema e que está presente há 20 anos na cidade. O novo ponto de atendimento (PA) será o segundo pertencente ao Sicoob Credimata em Juiz de Fora. O primeiro está instalado na Rua Braz Bernardino, no Centro.

Nova unidade do Sicoob Credimata funcionará na Rua Martins Barbosa. Obras estão em fase de finalização e esta será a futura fachada

‘A Zona Norte está em plena expansão e é praticamente uma outra cidade, que agrega muitos serviços, fazendo com que a comunidade consiga resolver suas demandas sem a necessidade de ir até o Centro.

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Unopar lança novas unidades em três cidades

Fonte: Tribuna de Minas | Tribuna em 17/11/2019 às 08:30 h

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A Unopar Juiz de Fora irá abrir, em 2020, novos polos de ensino em três cidades da Zona da Mata mineira: Rio Pomba, Barroso e Carandaí. A intenção é que os moradores desses municípios não precisem mais migrar diariamente para cidades vizinhas, como Juiz de Fora, para cursar o ensino superior. ‘A instituição fez um estudo na região e verificou que ali existe um público-alvo de pessoas que buscam qualificação’, destaca a diretora administrativa da Unopar Juiz de Fora, Raquel França Rodrigues. A universidade, que já tem 45 anos de atuação no Brasil, é considerada a maior instituição de educação a distância do país e oferece cursos de graduação, pós-graduação, mestrado e doutorado. ‘A Unopar tem ferramentas que dá a ela condições de levar o ensino a lugares remotos’, garante Raquel.

As instalações para o funcionamento da universidade, no caso de haver necessidade de aulas presenciais, são obtidas através de parcerias com escolas que funcionam nos períodos da manhã e da tarde e têm o horário noturno ocioso, podendo ceder o espaço.

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O pipoqueiro Alex, que cuida de um jardim e sonha ter uma família

Fonte: Tribuna de Minas | Mauro Morais em 17/11/2019 às 08:30 h

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Alex sonha em poder comprar uma casa e formar a família que não teve (Foto: Fernando Priamo)

As flores venceram. Mesmo sujas pela fumaça dos carros, abaladas pelos ventos e pelos que insistem em pisar em canteiros, vingaram no canteiro entre a Avenida Itamar Franco e a Rua Espírito Santo. Sob os cuidados de Alexsandre Batista, que as rega e cuida, as flores estão a crescer. ‘Adoro mexer com planta. Assim que botei minha carrocinha aqui, vi o canteiro abandonado, com uma terra feia e mato crescendo. Sou o tipo de pessoa que toma atitude, que pega e faz. Fui juntando dinheiro, pedindo emprestado, capinei a terra, adubei, coloquei esterco, comprei as mudas e plantei. Botei umas plaquinhas, também’, conta o homem de 42 anos, que há seis meses tornou-se vizinho das plantas com sua carrocinha de pipoca.

A alguns metros dali, numa garagem, ele guarda seu principal instrumento de trabalho.

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