Encanto quebrado

Fonte: Tribuna de Minas | Renato Salles em 15/11/2019 às 08:30 h

Quando eu era criança, gostava muito mais da Seleção. Entre o final dos anos 1980 e o início dos 1990, aquela camisa amarela tinha algo de mágico e de raro que me prendia por horas à frente do televisor. Lembro, sempre com carinho, de sorrisos e lágrimas. Entre o choro do garoto de sete anos na eliminação nos pênaltis para a França na Copa de 1986 e o gol de Cannighia após passe genial de Maradona na derrota de 1 a 0 no Mundial de 1990, rememoro com alegria os gols de Bebeto no título da Copa América de 1989. Era só um garoto como outro qualquer, que, àquela época, acreditava, de fato, que a Seleção era o Brasil.

Depois veio a Copa de 1994 e o tetra do time de Parreira. Com 15 anos, aquela foi a primeira vez que fui para a rua comemorar uma conquista futebolística.

Clique aqui para ver esta matéria na íntegra.

Compartilhe esta postagem nas redes sociais