Decreto sobre tarifas de ônibus fica para a semana que vem

Fonte: Tribuna de Minas | Paulo Cesar Magella em 14/11/2019 às 22:00 h

Ficou para a semana que vem a publicação do decreto estabelecendo o novo preço das tarifas dos ônibus, que deve ficar mesmo em R$ 3,75. Detalhes técnicos de sua elaboração adiaram a medida, que seria publicada na edição deste sábado do Diário Oficial.

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Privatização da Codemig deixa incerto futuro de prédio da Epamig

Fonte: Tribuna de Minas | Paulo Cesar Magella em 14/11/2019 às 21:00 h

Engenheiros da Codemig estiveram em Juiz de Fora vistoriando as instalações da Epamig, que, em breve, devem abrigar também a Emater. As duas empresas, salvo alguma mudança de percurso, estão em processo de possível fusão. No entanto, como o governador Romeu Zema tem a pretensão de privatizar a Codemig, a quem pertence o prédio, na Rua Tenente Freitas, em Santa Terezinha, há uma nova preocupação.  Se a privatização se confirmar, o imóvel vai junto? Essa é a questão.

Assembleia acelera votação para facilitar pagamento do 13º dos servidores

Ainda sobre a Codemig. A Assembleia Legislativa deve acelerar a discussão da mensagem do governador Romeu Zema que trata da cessão antecipada de créditos da Companhia. Sua aprovação deve viabilizar operações financeiras para permitir o pagamento do 13º salário dos servidores estaduais ainda este ano.

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Kennedy Alencar: Congresso deve derrubar pedágio de desempregados para gerar empregos

Fonte: Kennedy Alencar | Kennedy Alencar em 14/11/2019 às 21:00 h

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O Congresso Nacional pretende derrubar a cobrança de contribuição previdenciária de 7,5% de trabalhadores que recebem o seguro-desemprego. Essa previsão consta da MP (Medida Provisória) 905, editada pelo presidente Jair Bolsonaro para criar o programa ‘Emprego Verde e Amarelo’ para jovens entre 18 e 29 anos.

Há no Congresso o sentimento de que é injusto cobrar de desempregados a cobertura da desoneração (redução de tributos) de empresas para que elas gerem empregos. Não faz sentido criar emprego cobrando um pedágio dos mais pobres e dando benefícios aos mais ricos.

Essa é a cabeça do ministro Paulo Guedes (Economia). Até hoje o país não tem ideia de qual reforma tributária do ministro da Economia quer aprovar no Congresso. O correto seria apresentar um projeto que cobrasse mais imposto do consumo e menos da renda, taxasse mais os ricos e menos os pobres.

No caso da MP 905, o governo esperava obter R$ 12 bilhões no prazo de cinco.
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Kennedy Alencar: É abuso de poder Toffoli pedir dados de 600 mil pessoas físicas e jurídicas

Fonte: Kennedy Alencar | Kennedy Alencar em 14/11/2019 às 21:00 h

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É um abuso de poder o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, pedir os relatórios de inteligência financeira de quase 600 mil pessoas físicas e jurídicas produzidos pelo antigo Coaf nos últimos três anos.

De fato, trata-se de uma devassa, como criticou a ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República). Essa medida se presta à criação de dossiês e vazamentos típicos da concentração exagerada de poder em poucas mãos. Qual é utilidade desses dados todos para o Supremo?

São relatórios sigilosos do antigo Conselho de Controle de Atividades Financeiras, que hoje se transformou em UIF (Unidade de Inteligência Financeira), sob alçada do Banco Central.

Se houver crimes, que sejam investigados e punidos nas esferas competentes da Justiça.
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Kennedy Alencar: Faltou ambição na cúpula do Brics em Brasília

Fonte: Kennedy Alencar | Kennedy Alencar em 14/11/2019 às 21:00 h

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Unir as forças política e econômica dos 5 países que formam o Brics deveria ter sido a tônica da reunião de cúpula que se encerrou hoje em Brasília. No entanto, houve um documento final com menções genéricas já abordadas em encontros anteriores, como a reforma da ONU e o reforço ao multilateralismo nas relações internacionais. Faltou ambição.

Anfitrião, o presidente Jair Bolsonaro fez um discurso simpático ao Brics, formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Chegou a criticar a guerra comercial entre EUA e China, dizendo: ‘Não entro nessa guerra comercial. O Brasil faz comércio com o mundo todo’.

Será preciso conferir a veracidade do discurso. Na prática, os 10 meses do governo Bolsonaro foram de alinhamento automático a Washington, especialmente ao presidente Donald Trump.
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