O que sabemos da relação de JF com a imigração italiana?

Fonte: Tribuna de Minas | Mauro Morais em 10/11/2019 às 08:30 h

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‘Minha avó tinha 16 anos quando a família deixou aquela terra. Viajaram primeiro para o porto de Gênova, onde embarcaram. Minha bisavó se chamava Rosa, mas, dadas a desimportância social e a desumanidade dessa imigração oficial, na administração de Juiz de Fora foi registrada como Joana. Estava grávida. O navio era uma embarcação absolutamente precária. Parava em alto-mar para reparos a cada dois ou três dias. Jogava tanto que em várias ocasiões eles achavam que iam afundar – o medo não era exagerado. Na viagem de volta o navio foi a pique’, narra, pela primeira vez, a atriz Fernanda Montenegro em sua recém-lançada biografia ‘Prólogo, ato, epílogo’ (Companhia das Letras). Terceiro livro de não-ficção mais vendido no Brasil segundo lista da revista ‘Veja’, na qual se encontra há seis semanas, e segundo da mesma categoria no portal Publish News, o título reúne as memórias da artista que este ano completou 90 anos e marcou o teatro, o cinema e a televisão brasileiros.

Registro dos bisavós Rosa Piras Pinna, que no Brasil foi chamada Joana, e Francisco Pinna.

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