A gênese de Orlando, que transforma barro em peças cerâmicas

Fonte: Tribuna de Minas | Mauro Morais em 10/11/2019 às 08:30 h

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Com o pé direito, ele acelera e gira mais e mais depressa. Com o esquerdo, para a máquina. Com os dois pés, José Orlando de Oliveira coordena a rotação do torno onde coloca uma porção de barro e, com as mãos, transforma em vaso, jarro, garrafa ou quaisquer outras peças. Num compasso particular, faz objetos surgirem. Um criador. ‘Não me considero um artista. Eu me considero um oleiro. Executo o trabalho que me pedem. Existe o oleiro de cerâmica e o oleiro de ateliê, que trabalha para artistas e não trabalha só com um tipo de barro. No meu ofício, eu preciso entender os tipos de argila’, ensina e mostra a argila tabatinga, depositada num monte ao lado do pequeno galpão onde produz suas próprias peças. Dali ele retira uma parte que deixa decantando. Em seguida, passa o conteúdo numa espécie de moedor chamado maromba.

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