O Encontro Marcado

Fonte: Tribuna de Minas | TM HappyHour em 09/09/2019 às 03:30 h

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O Cine-Theatro Central relembrou os grandes sucessos da MPB com a apresentação do projeto Encontro Marcado neste sábado, 07 de setembro. O projeto reúne sete amigos, desde 2015 em turnê por todo o estado mineiro, para relembrar os sucessos do cantor e compositor Flávio Venturini, da dupla Sá & Guarabyra e da banda 14 Bis, celebrando mais de 40 anos de amizade e parcerias.Fotos: Guilherme Ovídio

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Marcelo Leite: Procuram-se bilionários brasileiros deprimidos

Fonte: Marcelo Leite em 09/09/2019 às 03:00 h

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Serve também se for dependente químico, anoréxico ou sofrer com estresse pós-traumático. Ou, ainda, se tiver alguém na família sofrendo com uma dessas condições. Basta que tenha cabeça aberta. E, claro, uns R$ 20 milhões para doar.
… (09/09/2019 – 02h00)

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Ruy Castro: A vida vale pouco

Fonte: Ruy Castro em 09/09/2019 às 03:00 h

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As imagens chocaram o país: o jovem negro, de 17 anos, nu e amordaçado, sendo chicoteado por dois homens com fios elétricos trançados, por ter roubado uma barra de chocolate. O fato aconteceu há algumas semanas, nos fundos de um supermercado em Vila Joaniza, zona sul de São Paulo. Mas só agora as cenas vieram a público. Elas nos remetem a um Brasil que ainda não chegou a 1888.
… (09/09/2019 – 02h00)

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Ronaldo Lemos: App de troca de rosto gera furor

Fonte: Ronaldo Lemos em 09/09/2019 às 03:00 h

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No próximo ciclo eleitoral, tanto no Brasil quanto nos EUA, é bom estarmos preparados para a chegada forte dos “deepfakes”. Trata-se de falsificações da realidade criadas com o uso de inteligência artificial (daí o nome, que faz referência a “deep learning”, uma das principais modalidades de inteligência artificial).Com essa tecnologia, é possível criar vídeos e fotos de políticos e personalidades conhecidas em situações em que nunca estiveram e que parecem totalmente reais. Essa tecnologia barateou e está hoje acessível em toda parte.
O capítulo mais recente dessa epopeia é a popularidade do aplicativo chinês chamado Zao, que foi lançado em 30 de agosto e foi direto para o topo dos mais baixados nas app stores daquele país.
… (09/09/2019 – 02h00)

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Escuta: [Escuta Recomenda] Semana 15

Fonte: Escuta | Por Fernando Perlatto / Política

* Pesquisa Datafolha mostrando a queda da popularidade de Bolsonaro: na segunda-feira, o instituto de pesquisas Datafolha publicou uma pesquisa evidenciando a queda da popularidade do apoio de Jair Bolsonaro. Vários artigos foram publicados na imprensa sobre o tema ao longo da semana. Sugiro as leituras abaixo:

– Artigos do Diretor Geral do Datafolha e do Diretor de Pesquisas do Datafolha Mauro Paulino e Alessandro Janoni, publicados na segunda e na quarta na Folha de São Paulo. Na segunda, ‘Com tom belicoso, Bolsonaro arrisca pregar apenas para convertidos’: ‘Mesmo com o peso quantitativo de sua crescente impopularidade entre mulheres, entre os que têm menor renda e baixa escolaridade, moradores do Nordeste, talvez incomode mais o pesselista ver sua reprovação subir também entre homens, moradores do Sul e entre os que têm altas renda e escolaridade —perfis que o elegeram com expressivas taxas de apoio’. Na quarta, outro artigo, ‘Núcleo duro de apoio a Bolsonaro é de 12% da população’: ‘O núcleo duro de entusiastas de Bolsonaro, isto é, que votou nele no último pleito, classifica sua gestão como ótima ou boa e diz confiar muito nas suas declarações, corresponde a 12% da população brasileira’

– Artigo de Vinicius Mota, na segunda, na Folha, ‘A depuração do bolsonarismo’: ‘O tamanho e as características dessa base popular da direita brasileira ficam mais nítidos conforme o presidente se desgasta’

– Artigo de Bernardo Mello Franco, na terça no jornal O Globo, ‘O presidente que encolheu’: ‘Desde a última rodada da pesquisa, Bolsonaro disse palavrões em discursos e entrevistas, ofendeu os governadores do Nordeste, demonstrou descaso pelo desmatamento da Amazônia e comprou brigas com líderes de países europeus’

– Reportagem do Nexo jornal, com especialistas analisando as razões da queda de popularidade de Bolsonaro;

– Artigo de Ranier Bragon, na terça, na Folha: ‘só 2 em cada 10 brasileiros dizem confiar no que diz o mandatário do país. Um merecido tributo a quem embalou a carreira na mentira, na baboseira e na mais espalhafatosa falta de conhecimento de que se tem notícia’;

– Artigo de Rosangela Bittar, no Valor, na quarta, ‘Reação química’: ‘Bolsonaro, assim, vai amarrando cada vez mais seu eleitorado e afastando o resto do Brasil, para quem não governa’;

* Indicação de Augusto Almas para a Procuradoria Geral da República e abusos do Ministério Público: na semana em que o presidente Jair Bolsonaro fez a indicação do novo Procurador Geral da República, Augusto Almas – nome escolhido fora da lista tríplice e com forte rejeição de bolsonaristas, da Lava Jato e de setores da oposição – e na qual novos áudios revelaram abusos de procuradores nas investigações conduzidas pela Lava Jato, vários artigos foram publicados na imprensa sobre o Ministério Público e seus poderes. Sugiro a leitura dos textos abaixo:

– Artigo de Elio Gaspari neste domingo no jornal O Globo, ‘O Ministério Público precisa saber seu lugar’: ‘Quando Ulysses Guimarães trabalhou para transformar o Ministério Público numa entidade independente, sonhava com uma instituição. Passados 30 anos, surgiu uma corporação’;

– Artigo de Bruno Boghossian, na Folha, na sexta, sobre a nomeação de Augusto Aras para a PGR: ‘A desconfiança se dá num momento em que o presidente interfere sobre órgãos de controle e vê um dos filhos sob investigação. Antigos bolsonaristas reclamaram. Eles temem que Aras trabalhe para blindar a primeira-família e outros políticos’;

– Artigo de Fabio Zanini, na Folha, neste domingo, ‘Opção por Aras mostra que bolsonarismo duro não está imune a fissuras’: ‘Não é comum expoentes do bolsonarismo duro, aquele que resiste à queda de popularidade do presidente, mostrarem desconforto tão abertamente com as escolhas de seu líder’;

– Artigo de Rogerio Arantes esta semana na revista Época, ‘Lei de Abuso de Autoridade: equilibrando o jogo’: ‘Iniciativas para conter abuso de autoridade já haviam ocorrido no passado, mas é sintomático que só tenham prosperado depois que a Lava Jato chegou ao céu e, em seguida, conheceu o inferno em sua versão particular do mundo de Hades’;

* Outras sugestões de artigos interessantes publicados na semana:

– Artigo de Luis Fernando Veríssimo, na quinta, no jornal O Globo, ‘Somos atacados pelo governo’: ‘(…) o que deve nos unir é o fato, agora inegável, de que estamos sendo violentamente atacados pelo nosso próprio governo’

– Artigo de Conrado Hübner Mendes para a revista Época, ‘Gilmar amava Sergio, que amava Gilmar’: ‘Sergio Moro e Gilmar Mendes se odeiam. Ou é o que parece. Mas não se deixe enganar: o mal que fazem a instituições e costumes políticos tem o mesmo DNA. Nenhuma outra dupla, sozinha, em tão pouco tempo, deu contribuição comparável à erosão da democracia brasileira. Jair veio depois, na cratera que a dupla ajudou a cavar’

– Artigo de Laura Carvalho, na quinta, na Folha, ‘Antes tarde’: ‘Mas o que importa é que estamos finalmente caminhando para um consenso —que hoje só exclui os mais radicais— de que é necessário rever a regra em sua forma atual. Façamos agora, portanto, o debate interditado em 2016 sobre que regras escolher para garantir o ajuste de médio prazo sem causar danos à economia’

– Artigo de Renan Quinalha para a Folha, no sábado, ‘Recolhimento de HQ viola Estado de Direito’, sobre a censura imposta pelo prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, com apoio de setores do judiciário;

– Artigo de Luis Francisco de Carvalho Filho, no sábado, na Folha, ‘Em nome do pai, do filho e do genro’: ‘Além do perfil provinciano e quase mafioso, a vulgaridade verbal de Jair Bolsonaro sintetiza, sem a autocensura presente em despachos judiciais permissivos do favorecimento à parentela, um sentimento que ainda se espraia socialmente: ‘pretendo beneficiar filho meu, sim’, ‘se puder dar filé mignon, eu dou’, balbucia o presidente da República sobre a nomeação de Eduardo Bolsonaro para a Embaixada do Brasil em Washington. Se a escolha é reprovada por 70% da população, segundo o Datafolha, já é recebida com naturalidade por juristas do Distrito Federal’

– Artigo de Miriam Leitão para o jornal O Globo, na quinta, ‘Mente autoritária e seus métodos’: ‘É patológica a compulsão de Bolsonaro pelas ditaduras e sua admiração ilimitada pelos regimes tirânicos, como o de Pinochet. É doentio seu prazer em ferir pessoas atingidas pelos crimes das ditaduras latino-americanas, como fez com o presidente da OAB, Felipe Santa Cruz. Mentir sobre o passado do Chile, ou do Brasil, na política ou na economia, não alterará a história real. Tentar apropriar para uma ideologia de extrema-direita os símbolos nacionais não dará certo agora, como não deu no passado. (…). O que ele falou sobre Michelle Bachelet jamais poderia ter sido dito. É sobretudo desumano’

– Artigo de Sergio Abranches, na quinta, ‘Brasil vive crise crônica e grave’: ‘Isolado internacionalmente e desvalido de seu principal poder de uso multilateral, o Brasil tende a mergulhar cada vez mais fundo em suas próprias crises. Mostra-se incapaz de atuar com eficácia e de mobilizar apoio para supera-las. Ao contrário as ações presidenciais têm contribuído para aumentar a tensão política e o conflito social’;

– Artigo de Eliane Brum, publicado na quinta, no El Pais, ‘Bolsonaro está espionando Papa?’: ‘Em fevereiro, o Sínodo já era tratado pelo Governo como ameaça à ‘segurança nacional’. Hoje, a paranoia se instaurou. Já que desta vez Bolsonaro não pode usar sua aversão por mulheres como munição, como fez com Emmanuel Macron ao atacar sua esposa Brigitte, resta saber onde o ultradireitista vai mirar para dar um golpe baixo no Papa Francisco’

– Artigo de Priscila Cruz para a Folha, na sexta, ‘Escolas cívico-miliares: erro, viés ou o quê?’: ‘Tudo isso posto, a política pública nacional não deveria ser, portanto, de ampliação de escolas de tempo integral, de fortalecimento da gestão escolar (incluindo seleção com critérios técnicos e formação de diretores), de enfrentamento da má qualidade da formação dos professores no Brasil, de promoção da paz? Sem dúvida, mas é um caminho que exige muito mais da gestão governamental do que colocar militares nas escolas’

– Artigo de Andrés del Río e André Rodrigues, publicado nesta revista Escuta, na quinta, ‘Brasil em duas velocidades: realidade e desejo’: ”A profunda crise dos sentidos humanitários, a já insuportável crise econômica e multiplicação da desigualdade e da concentração de renda, a destruição da democracia desde seu próprio coração, e a ideologia miliciana se estendendo a cada canto das instituições, deixa ao nosso Brasil na beira da destruição. Somos muito mais que isso, e somos a maioria, a rua é nossa, as instituições são nossas, e é tempo de parar esta destruição dos sentidos do Brasil com horizonte, antes que o Brasil se torne uma maquinaria de aniquilar os sonhos democráticos e de inclusão’

– Artigo de Angela Alonso publicado neste domingo na Folha, ‘Vilão de novela mexicana dá raro ensejo para esquerda convergir’: ‘A esquerda carece urgentemente de quadros novos com apetite para o Executivo e para a briga. Nas questões cruciais —desigualdade, reforma do Estado, sustentabilidade— é pouco apontar descalabros alheios. É preciso apresentar projetos alternativos, consistentes, factíveis’;

– Artigo de Heloisa Starling, na Quatro Cinco Um, ‘A outra Independência’ no dia 07 de setembro;

Cultura

– Na semana em que o grande sambista Elton Medeiros faleceu, a Radio Batuta do Instituto Moreira Salles fez um programa em homenagem ao compositor. Indico também a leitura do artigo de Zuza Homem de Mello para o Estadão, publicado na quinta, sobre a obra de Elton Medeiros;

– Sugiro a leitura do artigo de Pedro Almodóvar publicado no El Pais na sexta, ‘Dor e glória, o primeiro desejo’ sobre o seu novo filme Dor e Glória;

– Indico a leitura do belo texto de Gustavo Pacheco publicado na revista Época, ‘A memória contra a degradação: Marcel Proust numa prisão stalinista’;

– A Folha publicou na quinta uma pesquisa realizada pelo Datafolha sobre a percepção dos brasileiros em relação às leis de incentivo à cultura e à censura, que vale a leitura;

Indicações culturais da semana:

– Livro: 35 anos de Silviano Santiago (organização de Italo Moriconi; Companhia das Letras, 2019)

– Documentário: Estou me guardando para quando o carnaval chegar (Marcelo Gomes, 2019)

– Podcast: episódio 4 do podcast da revista Quatro cinco um, / Política

* Pesquisa Datafolha mostrando a queda da popularidade de Bolsonaro: na segunda-feira, o instituto de pesquisas Datafolha publicou uma pesquisa evidenciando a queda da popularidade do apoio de Jair Bolsonaro. Vários artigos foram publicados na imprensa sobre o tema ao longo da semana. Sugiro as leituras abaixo:

– Artigos do Diretor Geral do Datafolha e do Diretor de Pesquisas do Datafolha Mauro Paulino e Alessandro Janoni, publicados na segunda e na quarta na Folha de São Paulo. Na segunda, ‘Com tom belicoso, Bolsonaro arrisca pregar apenas para convertidos’: ‘Mesmo com o peso quantitativo de sua crescente impopularidade entre mulheres, entre os que têm menor renda e baixa escolaridade, moradores do Nordeste, talvez incomode mais o pesselista ver sua reprovação subir também entre homens, moradores do Sul e entre os que têm altas renda e escolaridade —perfis que o elegeram com expressivas taxas de apoio’. Na quarta, outro artigo, ‘Núcleo duro de apoio a Bolsonaro é de 12% da população’: ‘O núcleo duro de entusiastas de Bolsonaro, isto é, que votou nele no último pleito, classifica sua gestão como ótima ou boa e diz confiar muito nas suas declarações, corresponde a 12% da população brasileira’

– Artigo de Vinicius Mota, na segunda, na Folha, ‘A depuração do bolsonarismo’: ‘O tamanho e as características dessa base popular da direita brasileira ficam mais nítidos conforme o presidente se desgasta’

– Artigo de Bernardo Mello Franco, na terça no jornal O Globo, ‘O presidente que encolheu’: ‘Desde a última rodada da pesquisa, Bolsonaro disse palavrões em discursos e entrevistas, ofendeu os governadores do Nordeste, demonstrou descaso pelo desmatamento da Amazônia e comprou brigas com líderes de países europeus’

– Reportagem do Nexo jornal, com especialistas analisando as razões da queda de popularidade de Bolsonaro;

– Artigo de Ranier Bragon, na terça, na Folha: ‘só 2 em cada 10 brasileiros dizem confiar no que diz o mandatário do país. Um merecido tributo a quem embalou a carreira na mentira, na baboseira e na mais espalhafatosa falta de conhecimento de que se tem notícia’;

– Artigo de Rosangela Bittar, no Valor, na quarta, ‘Reação química’: ‘Bolsonaro, assim, vai amarrando cada vez mais seu eleitorado e afastando o resto do Brasil, para quem não governa’;

* Indicação de Augusto Almas para a Procuradoria Geral da República e abusos do Ministério Público: na semana em que o presidente Jair Bolsonaro fez a indicação do novo Procurador Geral da República, Augusto Almas – nome escolhido fora da lista tríplice e com forte rejeição de bolsonaristas, da Lava Jato e de setores da oposição – e na qual novos áudios revelaram abusos de procuradores nas investigações conduzidas pela Lava Jato, vários artigos foram publicados na imprensa sobre o Ministério Público e seus poderes. Sugiro a leitura dos textos abaixo:

– Artigo de Elio Gaspari neste domingo no jornal O Globo, ‘O Ministério Público precisa saber seu lugar’: ‘Quando Ulysses Guimarães trabalhou para transformar o Ministério Público numa entidade independente, sonhava com uma instituição. Passados 30 anos, surgiu uma corporação’;

– Artigo de Bruno Boghossian, na Folha, na sexta, sobre a nomeação de Augusto Aras para a PGR: ‘A desconfiança se dá num momento em que o presidente interfere sobre órgãos de controle e vê um dos filhos sob investigação. Antigos bolsonaristas reclamaram. Eles temem que Aras trabalhe para blindar a primeira-família e outros políticos’;

– Artigo de Fabio Zanini, na Folha, neste domingo, ‘Opção por Aras mostra que bolsonarismo duro não está imune a fissuras’: ‘Não é comum expoentes do bolsonarismo duro, aquele que resiste à queda de popularidade do presidente, mostrarem desconforto tão abertamente com as escolhas de seu líder’;

– Artigo de Rogerio Arantes esta semana na revista Época, ‘Lei de Abuso de Autoridade: equilibrando o jogo’: ‘Iniciativas para conter abuso de autoridade já haviam ocorrido no passado, mas é sintomático que só tenham prosperado depois que a Lava Jato chegou ao céu e, em seguida, conheceu o inferno em sua versão particular do mundo de Hades’;

* Outras sugestões de artigos interessantes publicados na semana:

– Artigo de Luis Fernando Veríssimo, na quinta, no jornal O Globo, ‘Somos atacados pelo governo’: ‘(…) o que deve nos unir é o fato, agora inegável, de que estamos sendo violentamente atacados pelo nosso próprio governo’

– Artigo de Conrado Hübner Mendes para a revista Época, ‘Gilmar amava Sergio, que amava Gilmar’: ‘Sergio Moro e Gilmar Mendes se odeiam. Ou é o que parece. Mas não se deixe enganar: o mal que fazem a instituições e costumes políticos tem o mesmo DNA. Nenhuma outra dupla, sozinha, em tão pouco tempo, deu contribuição comparável à erosão da democracia brasileira. Jair veio depois, na cratera que a dupla ajudou a cavar’

– Artigo de Laura Carvalho, na quinta, na Folha, ‘Antes tarde’: ‘Mas o que importa é que estamos finalmente caminhando para um consenso —que hoje só exclui os mais radicais— de que é necessário rever a regra em sua forma atual. Façamos agora, portanto, o debate interditado em 2016 sobre que regras escolher para garantir o ajuste de médio prazo sem causar danos à economia’

– Artigo de Renan Quinalha para a Folha, no sábado, ‘Recolhimento de HQ viola Estado de Direito’, sobre a censura imposta pelo prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, com apoio de setores do judiciário;

– Artigo de Luis Francisco de Carvalho Filho, no sábado, na Folha, ‘Em nome do pai, do filho e do genro’: ‘Além do perfil provinciano e quase mafioso, a vulgaridade verbal de Jair Bolsonaro sintetiza, sem a autocensura presente em despachos judiciais permissivos do favorecimento à parentela, um sentimento que ainda se espraia socialmente: ‘pretendo beneficiar filho meu, sim’, ‘se puder dar filé mignon, eu dou’, balbucia o presidente da República sobre a nomeação de Eduardo Bolsonaro para a Embaixada do Brasil em Washington. Se a escolha é reprovada por 70% da população, segundo o Datafolha, já é recebida com naturalidade por juristas do Distrito Federal’

– Artigo de Miriam Leitão para o jornal O Globo, na quinta, ‘Mente autoritária e seus métodos’: ‘É patológica a compulsão de Bolsonaro pelas ditaduras e sua admiração ilimitada pelos regimes tirânicos, como o de Pinochet. É doentio seu prazer em ferir pessoas atingidas pelos crimes das ditaduras latino-americanas, como fez com o presidente da OAB, Felipe Santa Cruz. Mentir sobre o passado do Chile, ou do Brasil, na política ou na economia, não alterará a história real. Tentar apropriar para uma ideologia de extrema-direita os símbolos nacionais não dará certo agora, como não deu no passado. (…). O que ele falou sobre Michelle Bachelet jamais poderia ter sido dito. É sobretudo desumano’

– Artigo de Sergio Abranches, na quinta, ‘Brasil vive crise crônica e grave’: ‘Isolado internacionalmente e desvalido de seu principal poder de uso multilateral, o Brasil tende a mergulhar cada vez mais fundo em suas próprias crises. Mostra-se incapaz de atuar com eficácia e de mobilizar apoio para supera-las. Ao contrário as ações presidenciais têm contribuído para aumentar a tensão política e o conflito social’;

– Artigo de Eliane Brum, publicado na quinta, no El Pais, ‘Bolsonaro está espionando Papa?’: ‘Em fevereiro, o Sínodo já era tratado pelo Governo como ameaça à ‘segurança nacional’. Hoje, a paranoia se instaurou. Já que desta vez Bolsonaro não pode usar sua aversão por mulheres como munição, como fez com Emmanuel Macron ao atacar sua esposa Brigitte, resta saber onde o ultradireitista vai mirar para dar um golpe baixo no Papa Francisco’

– Artigo de Priscila Cruz para a Folha, na sexta, ‘Escolas cívico-miliares: erro, viés ou o quê?’: ‘Tudo isso posto, a política pública nacional não deveria ser, portanto, de ampliação de escolas de tempo integral, de fortalecimento da gestão escolar (incluindo seleção com critérios técnicos e formação de diretores), de enfrentamento da má qualidade da formação dos professores no Brasil, de promoção da paz? Sem dúvida, mas é um caminho que exige muito mais da gestão governamental do que colocar militares nas escolas’

– Artigo de Andrés del Río e André Rodrigues, publicado nesta revista Escuta, na quinta, ‘Brasil em duas velocidades: realidade e desejo’: ”A profunda crise dos sentidos humanitários, a já insuportável crise econômica e multiplicação da desigualdade e da concentração de renda, a destruição da democracia desde seu próprio coração, e a ideologia miliciana se estendendo a cada canto das instituições, deixa ao nosso Brasil na beira da destruição. Somos muito mais que isso, e somos a maioria, a rua é nossa, as instituições são nossas, e é tempo de parar esta destruição dos sentidos do Brasil com horizonte, antes que o Brasil se torne uma maquinaria de aniquilar os sonhos democráticos e de inclusão’

– Artigo de Angela Alonso publicado neste domingo na Folha, ‘Vilão de novela mexicana dá raro ensejo para esquerda convergir’: ‘A esquerda carece urgentemente de quadros novos com apetite para o Executivo e para a briga. Nas questões cruciais —desigualdade, reforma do Estado, sustentabilidade— é pouco apontar descalabros alheios. É preciso apresentar projetos alternativos, consistentes, factíveis’;

– Artigo de Heloisa Starling, na Quatro Cinco Um, ‘A outra Independência’ no dia 07 de setembro;

Cultura

– Na semana em que o grande sambista Elton Medeiros faleceu, a Radio Batuta do Instituto Moreira Salles fez um programa em homenagem ao compositor. Indico também a leitura do artigo de Zuza Homem de Mello para o Estadão, publicado na quinta, sobre a obra de Elton Medeiros;

– Sugiro a leitura do artigo de Pedro Almodóvar publicado no El Pais na sexta, ‘Dor e glória, o primeiro desejo’ sobre o seu novo filme Dor e Glória;

– Indico a leitura do belo texto de Gustavo Pacheco publicado na revista Época, ‘A memória contra a degradação: Marcel Proust numa prisão stalinista’;

– A Folha publicou na quinta uma pesquisa realizada pelo Datafolha sobre a percepção dos brasileiros em relação às leis de incentivo à cultura e à censura, que vale a leitura;

Indicações culturais da semana:

– Livro: 35 anos de Silviano Santiago (organização de Italo Moriconi; Companhia das Letras, 2019)

– Documentário: Estou me guardando para quando o carnaval chegar (Marcelo Gomes, 2019)

– Podcast: episódio 4 do podcast da revista Quatro cinco um, / Política

* Pesquisa Datafolha mostrando a queda da popularidade de Bolsonaro: na segunda-feira, o instituto de pesquisas Datafolha publicou uma pesquisa evidenciando a queda da popularidade do apoio de Jair Bolsonaro. Vários artigos foram publicados na imprensa sobre o tema ao longo da semana. Sugiro as leituras abaixo:

– Artigos do Diretor Geral do Datafolha e do Diretor de Pesquisas do Datafolha Mauro Paulino e Alessandro Janoni, publicados na segunda e na quarta na Folha de São Paulo. Na segunda, ‘Com tom belicoso, Bolsonaro arrisca pregar apenas para convertidos’: ‘Mesmo com o peso quantitativo de sua crescente impopularidade entre mulheres, entre os que têm menor renda e baixa escolaridade, moradores do Nordeste, talvez incomode mais o pesselista ver sua reprovação subir também entre homens, moradores do Sul e entre os que têm altas renda e escolaridade —perfis que o elegeram com expressivas taxas de apoio’. Na quarta, outro artigo, ‘Núcleo duro de apoio a Bolsonaro é de 12% da população’: ‘O núcleo duro de entusiastas de Bolsonaro, isto é, que votou nele no último pleito, classifica sua gestão como ótima ou boa e diz confiar muito nas suas declarações, corresponde a 12% da população brasileira’

– Artigo de Vinicius Mota, na segunda, na Folha, ‘A depuração do bolsonarismo’: ‘O tamanho e as características dessa base popular da direita brasileira ficam mais nítidos conforme o presidente se desgasta’

– Artigo de Bernardo Mello Franco, na terça no jornal O Globo, ‘O presidente que encolheu’: ‘Desde a última rodada da pesquisa, Bolsonaro disse palavrões em discursos e entrevistas, ofendeu os governadores do Nordeste, demonstrou descaso pelo desmatamento da Amazônia e comprou brigas com líderes de países europeus’

– Reportagem do Nexo jornal, com especialistas analisando as razões da queda de popularidade de Bolsonaro;

– Artigo de Ranier Bragon, na terça, na Folha: ‘só 2 em cada 10 brasileiros dizem confiar no que diz o mandatário do país. Um merecido tributo a quem embalou a carreira na mentira, na baboseira e na mais espalhafatosa falta de conhecimento de que se tem notícia’;

– Artigo de Rosangela Bittar, no Valor, na quarta, ‘Reação química’: ‘Bolsonaro, assim, vai amarrando cada vez mais seu eleitorado e afastando o resto do Brasil, para quem não governa’;

* Indicação de Augusto Almas para a Procuradoria Geral da República e abusos do Ministério Público: na semana em que o presidente Jair Bolsonaro fez a indicação do novo Procurador Geral da República, Augusto Almas – nome escolhido fora da lista tríplice e com forte rejeição de bolsonaristas, da Lava Jato e de setores da oposição – e na qual novos áudios revelaram abusos de procuradores nas investigações conduzidas pela Lava Jato, vários artigos foram publicados na imprensa sobre o Ministério Público e seus poderes. Sugiro a leitura dos textos abaixo:

– Artigo de Elio Gaspari neste domingo no jornal O Globo, ‘O Ministério Público precisa saber seu lugar’: ‘Quando Ulysses Guimarães trabalhou para transformar o Ministério Público numa entidade independente, sonhava com uma instituição. Passados 30 anos, surgiu uma corporação’;

– Artigo de Bruno Boghossian, na Folha, na sexta, sobre a nomeação de Augusto Aras para a PGR: ‘A desconfiança se dá num momento em que o presidente interfere sobre órgãos de controle e vê um dos filhos sob investigação. Antigos bolsonaristas reclamaram. Eles temem que Aras trabalhe para blindar a primeira-família e outros políticos’;

– Artigo de Fabio Zanini, na Folha, neste domingo, ‘Opção por Aras mostra que bolsonarismo duro não está imune a fissuras’: ‘Não é comum expoentes do bolsonarismo duro, aquele que resiste à queda de popularidade do presidente, mostrarem desconforto tão abertamente com as escolhas de seu líder’;

– Artigo de Rogerio Arantes esta semana na revista Época, ‘Lei de Abuso de Autoridade: equilibrando o jogo’: ‘Iniciativas para conter abuso de autoridade já haviam ocorrido no passado, mas é sintomático que só tenham prosperado depois que a Lava Jato chegou ao céu e, em seguida, conheceu o inferno em sua versão particular do mundo de Hades’;

* Outras sugestões de artigos interessantes publicados na semana:

– Artigo de Luis Fernando Veríssimo, na quinta, no jornal O Globo, ‘Somos atacados pelo governo’: ‘(…) o que deve nos unir é o fato, agora inegável, de que estamos sendo violentamente atacados pelo nosso próprio governo’

– Artigo de Conrado Hübner Mendes para a revista Época, ‘Gilmar amava Sergio, que amava Gilmar’: ‘Sergio Moro e Gilmar Mendes se odeiam. Ou é o que parece. Mas não se deixe enganar: o mal que fazem a instituições e costumes políticos tem o mesmo DNA. Nenhuma outra dupla, sozinha, em tão pouco tempo, deu contribuição comparável à erosão da democracia brasileira. Jair veio depois, na cratera que a dupla ajudou a cavar’

– Artigo de Laura Carvalho, na quinta, na Folha, ‘Antes tarde’: ‘Mas o que importa é que estamos finalmente caminhando para um consenso —que hoje só exclui os mais radicais— de que é necessário rever a regra em sua forma atual. Façamos agora, portanto, o debate interditado em 2016 sobre que regras escolher para garantir o ajuste de médio prazo sem causar danos à economia’

– Artigo de Renan Quinalha para a Folha, no sábado, ‘Recolhimento de HQ viola Estado de Direito’, sobre a censura imposta pelo prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, com apoio de setores do judiciário;

– Artigo de Luis Francisco de Carvalho Filho, no sábado, na Folha, ‘Em nome do pai, do filho e do genro’: ‘Além do perfil provinciano e quase mafioso, a vulgaridade verbal de Jair Bolsonaro sintetiza, sem a autocensura presente em despachos judiciais permissivos do favorecimento à parentela, um sentimento que ainda se espraia socialmente: ‘pretendo beneficiar filho meu, sim’, ‘se puder dar filé mignon, eu dou’, balbucia o presidente da República sobre a nomeação de Eduardo Bolsonaro para a Embaixada do Brasil em Washington. Se a escolha é reprovada por 70% da população, segundo o Datafolha, já é recebida com naturalidade por juristas do Distrito Federal’

– Artigo de Miriam Leitão para o jornal O Globo, na quinta, ‘Mente autoritária e seus métodos’: ‘É patológica a compulsão de Bolsonaro pelas ditaduras e sua admiração ilimitada pelos regimes tirânicos, como o de Pinochet. É doentio seu prazer em ferir pessoas atingidas pelos crimes das ditaduras latino-americanas, como fez com o presidente da OAB, Felipe Santa Cruz. Mentir sobre o passado do Chile, ou do Brasil, na política ou na economia, não alterará a história real. Tentar apropriar para uma ideologia de extrema-direita os símbolos nacionais não dará certo agora, como não deu no passado. (…). O que ele falou sobre Michelle Bachelet jamais poderia ter sido dito. É sobretudo desumano’

– Artigo de Sergio Abranches, na quinta, ‘Brasil vive crise crônica e grave’: ‘Isolado internacionalmente e desvalido de seu principal poder de uso multilateral, o Brasil tende a mergulhar cada vez mais fundo em suas próprias crises. Mostra-se incapaz de atuar com eficácia e de mobilizar apoio para supera-las. Ao contrário as ações presidenciais têm contribuído para aumentar a tensão política e o conflito social’;

– Artigo de Eliane Brum, publicado na quinta, no El Pais, ‘Bolsonaro está espionando Papa?’: ‘Em fevereiro, o Sínodo já era tratado pelo Governo como ameaça à ‘segurança nacional’. Hoje, a paranoia se instaurou. Já que desta vez Bolsonaro não pode usar sua aversão por mulheres como munição, como fez com Emmanuel Macron ao atacar sua esposa Brigitte, resta saber onde o ultradireitista vai mirar para dar um golpe baixo no Papa Francisco’

– Artigo de Priscila Cruz para a Folha, na sexta, ‘Escolas cívico-miliares: erro, viés ou o quê?’: ‘Tudo isso posto, a política pública nacional não deveria ser, portanto, de ampliação de escolas de tempo integral, de fortalecimento da gestão escolar (incluindo seleção com critérios técnicos e formação de diretores), de enfrentamento da má qualidade da formação dos professores no Brasil, de promoção da paz? Sem dúvida, mas é um caminho que exige muito mais da gestão governamental do que colocar militares nas escolas’

– Artigo de Andrés del Río e André Rodrigues, publicado nesta revista Escuta, na quinta, ‘Brasil em duas velocidades: realidade e desejo’: ”A profunda crise dos sentidos humanitários, a já insuportável crise econômica e multiplicação da desigualdade e da concentração de renda, a destruição da democracia desde seu próprio coração, e a ideologia miliciana se estendendo a cada canto das instituições, deixa ao nosso Brasil na beira da destruição. Somos muito mais que isso, e somos a maioria, a rua é nossa, as instituições são nossas, e é tempo de parar esta destruição dos sentidos do Brasil com horizonte, antes que o Brasil se torne uma maquinaria de aniquilar os sonhos democráticos e de inclusão’

– Artigo de Angela Alonso publicado neste domingo na Folha, ‘Vilão de novela mexicana dá raro ensejo para esquerda convergir’: ‘A esquerda carece urgentemente de quadros novos com apetite para o Executivo e para a briga. Nas questões cruciais —desigualdade, reforma do Estado, sustentabilidade— é pouco apontar descalabros alheios. É preciso apresentar projetos alternativos, consistentes, factíveis’;

– Artigo de Heloisa Starling, na Quatro Cinco Um, ‘A outra Independência’ no dia 07 de setembro;

Cultura

– Na semana em que o grande sambista Elton Medeiros faleceu, a Radio Batuta do Instituto Moreira Salles fez um programa em homenagem ao compositor. Indico também a leitura do artigo de Zuza Homem de Mello para o Estadão, publicado na quinta, sobre a obra de Elton Medeiros;

– Sugiro a leitura do artigo de Pedro Almodóvar publicado no El Pais na sexta, ‘Dor e glória, o primeiro desejo’ sobre o seu novo filme Dor e Glória;

– Indico a leitura do belo texto de Gustavo Pacheco publicado na revista Época, ‘A memória contra a degradação: Marcel Proust numa prisão stalinista’;

– A Folha publicou na quinta uma pesquisa realizada pelo Datafolha sobre a percepção dos brasileiros em relação às leis de incentivo à cultura e à censura, que vale a leitura;

Indicações culturais da semana:

– Livro: 35 anos de Silviano Santiago (organização de Italo Moriconi; Companhia das Letras, 2019)

– Documentário: Estou me guardando para quando o carnaval chegar (Marcelo Gomes, 2019)

– Podcast: episódio 4 do podcast da revista Quatro cinco um, em 09/09/2019 às 03:00 h

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A coluna ‘Escuta Recomenda’ é publicada aos domingos, assinada por um dos editores da revista, Fernando Perlatto, com sugestões de leituras de textos de política e de cultura, publicados na imprensa ao longo da semana.

Política

* Pesquisa Datafolha mostrando a queda da popularidade de Bolsonaro: na segunda-feira, o instituto de pesquisas Datafolha publicou uma pesquisa evidenciando a queda da popularidade do apoio de Jair Bolsonaro. Vários artigos foram publicados na imprensa sobre o tema ao longo da semana. Sugiro as leituras abaixo:

– Artigos do Diretor Geral do Datafolha e do Diretor de Pesquisas do Datafolha Mauro Paulino e Alessandro Janoni, publicados na segunda e na quarta na Folha de São Paulo. Na segunda, ‘Com tom belicoso, Bolsonaro arrisca pregar apenas para convertidos’: ‘Mesmo com o peso quantitativo de sua crescente impopularidade entre mulheres, entre os que têm menor renda e baixa escolaridade, moradores do Nordeste, talvez incomode mais o pesselista ver sua reprovação subir também entre homens, moradores do Sul e entre os que têm altas renda e escolaridade —perfis que o elegeram com expressivas taxas de apoio’.

Fonte: Ciência :: Folha de São Paulo em 09/09/2019 às 02:30 h

O grafeno, um material de carbono criado em 2004 como curiosidade meramente experimental, ganhou a cena da física cinco anos depois e rendeu um prêmio Nobel a seus descobridores.
… (09/09/2019 – 02h00)

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