Neuroteologia

Fonte: Tribuna de Minas | Tribuna em 13/06/2019 às 07:00 h

Religião, não sendo, exatamente, somente algo adicionado à nossa vida pessoal, trabalha, sim, na organização e na perpetuação de uma determinada ordem social. Relembrando Voltaire, para quem ‘Se Deus não existisse, Ele teria de ser inventado’, a sociedade não se manteria agregada se as pessoas não tivessem algum conjunto central de crenças que as mantivesse próximas, unidas e funcionais em um grupo social, o qual, tal como um todo orgânico, representasse muito mais que um agregado de indivíduos autointeressados.

Não obstante, religião não tem uma face exclusivamente positiva. Em seu nome, um bilhão de pessoas, aproximadamente, têm sido mortas ao longo da história. Ao que Daniel Dennett sugere que muitos religiosos são mais leais à fé do que a Deus. Neste contexto, a emergência da neuroteologia, a saber, neurociência espiritual, campo de investigação científico-multidisciplinar, incorporador de conhecimentos de psicologia, religião, espiritualidade e neurociência, reside em sua busca por compreender a relação entre o cérebro humano e a religião.

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