Argentina volta ao quadrilátero da crise econômica

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Raúl Alendre voltou na noite de sábado com um olho roxo. Nada grave, um acidente na academia. Alendre começou a lutar boxe aos 13 anos, mas durante a última década pausou sua carreira porque não precisava lutar. Tinha um bom emprego. Em dezembro, entretanto, a fábrica Paquetá de Chivilcoy fechou, uma localidade nos pampas nos arredores de Buenos Aires com 60.000 habitantes, e Alendre, com outras 700 pessoas, entre elas sua esposa, perdeu o trabalho. Agora, com 37 anos e 63,5 quilos de peso, precisa voltar ao ringue. No próximo dia 7 lutará em Chivilcoy contra um rapaz da capital e ganhará 4.000 pesos (350 reais), por assalto: o objetivo é se manter de pé até o final. Se tudo sair bem, com mais duas ou três lutas poderia talvez receber o convite de um convite no estrangeiro, no Brasil ou no Uruguai, onde pagam em moeda forte e ganharia, talvez, alguns milhares de dólares.

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Um menu de luxo por trás das grades

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Para entrar neste restaurante é preciso fazer a reserva com antecedência. Até aí, nada muito fora da normalidade. Mas ao chegar para jantar ou almoçar, deixa-se previamente todos os pertences dentro de um armário. Nada entra: bolsas, relógios, chaves, moedas, celular e até lenço de papel e caneta. As crianças também são proibidas. E é preciso responder a um breve questionário antes de entrar, informando número do documento, nome e data de nascimento. Por último, coloca-se um crachá com sua identificação.

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Espiar através de uma chamada perdida: armas para entrar no seu celular

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Costumam trabalhar na sombra, protegidos das notícias publicadas na mídia e nas redes sociais, mas às vezes o nome de alguma dessas empresas salta à luz. É o que acaba de ocorrer com o NSO Group, acusado recentemente pelo Facebook de estar por trás de uma falha no WhatsApp que permitia espionar os usuários fazendo-lhes apenas uma ligação perdida. A empresa acusada negou, como é habitual. Mas seu caso trouxe à luz o mundo obscuro das ciberarmas, um negócio milionário do qual participam empresas, Governos e hackers.

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Ela também

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A LEITURA do recente romance de Nativel Preciado, El Nobel y la Corista (O Nobel e a corista), no qual faz um retrato genial do Einstein mulherengo, me fez lembrar a perturbadora história de Mileva Marić, a física e matemática sérvia que foi a primeira esposa do cientista. Mileva e Einstein se conheceram em 1896 no Instituto Politécnico de Zurique, do qual eram alunos. Mileva tinha 21 anos; ele, 17. Foi amor à primeira vista. Ela havia mostrado desde menina tanto talento que seu pai decidiu lhe dar a melhor educação. Para compreender até que ponto essa atitude era revolucionária, basta dizer que o pai teve de pedir uma permissão especial para que sua filha pudesse estudar Física e Matemática, duas carreiras exclusivas para homens. Era um mundo que negava tudo às mulheres.

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‘Não aguento mais’: a história da mulher que se matou após a divulgação de seus vídeos sexuais

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‘Fico enjoado de pensar como alguém deve estar se sentindo para decidir que já não quer mais viver’, diz um funcionário da Iveco. E se pergunta: ‘Não havia ninguém para lhe dizer ‘não é nada’, que tirasse a gravidade do assunto…? Ela estava realmente tão sozinha?’. Fala de Verónica, a colega de trabalho que se suicidou no sábado 25 de maio, em sua casa de Alcalá de Henares, em Madri. Estava sob pressão há mais de um mês: vídeos sexuais em que ela aparecia circulavam entre seus colegas de trabalho. Primeiro, entre um grupo de 20 pessoas, depois entre mais de 200.

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Campanha Nacional pelo Direito à Educação lança relatório sobre PNE

Começa neste domingo (2) uma das maiores mobilizações em prol da educação do mundo, a Semana de Ação Mundial (SAM), que completa 16 anos e a adesão de 70 milhões de pessoas de 100 países. Organizada no Brasil pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação, a atividade conta, este ano, com uma particularidade: traz um balanço da efetividade da Lei nº 13.005/2014, que criou o Plano Nacional de Educação (PNE).

Com metas até 2024, o PNE relaciona medidas que possam melhorar os índices educacionais do país. Passados cinco anos da publicação da lei, porém, sua implementação não tem transcorrido conforme o planejado. Em relatório, os membros da Campanha Nacional pelo Direito à Educação assinalam que, até o momento, 15 metas ainda não foram cumpridas e quatro foram parcialmente atingidas.

Embora ainda faltem cinco anos para o fim do plano, foram determinados prazos específicos para algumas metas.
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Faturamento do setor editorial diminui 25% em 12 anos

Série de levantamentos feitos pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), entre 2006 e 2018, contabiliza que faturamento do setor editorial brasileiro diminuiu 25% no período. O dado contabiliza as vendas para o mercado em geral e também pelo governo (livros didáticos).

O estudo, contratado pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), mostra que houve crescimento do número de livros vendidos entre 2006 e 2014, mas após o início da recessão econômica, observa-se uma queda acentuada da venda e piora dos resultados.

Em 2006, o setor faturou R$ 6,788 bilhões. Em 2018, o valor foi de R$ 5,119 bilhões. Nesse período, o preço médio dos livros diminuiu 34%. A queda do preço impactou na redução do faturamento do setor.

‘O setor fez uma aposta em redução do preço [do livro] e ganho de escala [em vendas], mas isso não aconteceu.
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Assim são compradas e vendidas as ‘ciberarmas’

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Costumam trabalhar na sombra, protegidos das notícias publicadas na mídia e nas redes sociais, mas às vezes o nome de alguma dessas empresas salta à luz. É o que acaba de ocorrer com o NSO Group, acusado recentemente pelo Facebook de estar por trás de uma falha no WhatsApp que permitia espionar os usuários fazendo-lhes apenas uma ligação perdida. A empresa acusada negou, como é habitual. Mas seu caso trouxe à luz o mundo obscuro das ciberarmas, um negócio milionário do qual participam empresas, Governos e hackers.

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EUA dão ultimato à Europa para que modifique seu plano de defesa

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Os Estados Unidos passaram da pressão ao ultimato para que a Europa mude o rumo de sua incipiente política de defesa e a mantenha estreitamente ligada aos interesses de Washington, que exige participar nos projetos de armamento, o que Bruxelas não quer por medo de ficar presa na principal lei norte-americana de exportação de material militar. A tensão chegou a tal nível que a Administração de Donald Trump alertou a UE que ela pode ficar sozinha diante de ameaças como a Rússia se levar seu plano adiante, de acordo com documentação obtida pelo EL PAÍS.

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