‘A Vale é um câncer no Brasil porque ela dá uma colher e tira uma pá’

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Desde que a sirene da mineradora Vale tocou pela primeira vez, em 8 de fevereiro, os moradores da cidade mineira de Barão de Cocais (a cem quilômetros de Belo horizonte) vivem com medo. O paredão de terra (talude) da mina do Congo Soco, que pertence à mineradora, ameaça se romper, afetar a barragem próxima e despejar lama na cidade. No último dia 16 de maio, o alerta de risco chegou ao nível máximo e alterou de vez a rotina dos moradores, que têm fresca na memória a tragédia de Brumadinho, que deixou centenas de mortos. A empresa instalou placas e avisos e diz estar tomando todas as ‘medidas preventivas’ possíveis. O estado de tensão e espera afeta tudo, inclusive a economia. “A Vale é um câncer no Brasil porque ela dá uma colher e tira uma pá”, diz o carreteiro Sílvio Faria, um dos moradores da cidade.

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O medo de uma cidade sob o risco de mais um ‘tsunami’ de lama

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Há mais de três meses, os moradores de Barão de Cocais, em Minas Gerais, vivem sob tensão pelo risco de rompimento da barragem Sul Superior, que abastece a mina do Congo Soco. Perigo iminente alterou rotina e economia local

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O ‘bolsonarismo puro’ testa sua força pela primeira vez nas ruas

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Na semana em que registrou reprovação maior do aprovação pela primeira vez, o Governo Bolsonaro testa sua força nas ruas, com manifestações de apoio, as primeiras depois das eleições de outubro, convocadas para o domingo (26/05). O chamado começou a circular nas redes sociais na sexta-feira, 17 de maio, apenas dois dias depois de que milhares de estudantes e professores foram às ruas para protestar em 26 Estados contra os cortes de orçamento no Ministério da Educação. Capitaneada por grupos como Revoltados Online, Movimento Avança Brasil, Clube Militar e outros —que anunciam atos em 350 cidades do país—, a convocatória pautava em memes e cartazes, inicialmente, o fechamento do Congresso e o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Nos últimos dias, no entanto, os apoiadores do presidente adotaram como tom geral o apoio irrestrito ao Executivo de Jair Bolsonaro e suas reformas.
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A saúde como forma de política de morte: por onde anda o Departamento de Aids?

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O Brasil foi pioneiro mundial na construção de respostas governamentais à epidemia de HIV/Aids. Em 1986 foi criada a Coordenação Nacional DST/Aids, depois denominado de Departamento de IST, Aids e Hepatites Virais, vinculado ao Ministério da Saúde. No dia 17 de maio de 2019 recebe a mais nova denominação ‘Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis’ por meio do Decreto nº 9.795. O que quero destacar é que não se trata apenas uma questão de nomenclatura, mas é interessante no atual contexto político a exclusão da palavra Aids do Departamento. Voltaremos a essa questão no texto.

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A miséria invade as calçadas de São Francisco

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As últimas cifras são da semana passada, embora nem fossem necessárias. O número de pessoas sem casa em São Francisco aumentou 17% nos últimos dois anos. A lista, elaborada por voluntários e serviços sociais, indica que há 8.011 pessoas vivendo nas ruas da cidade. Uma quantidade ainda muito inferior à de Los Angeles, a capital dos sem-teto nos Estados Unidos. Mas São Francisco é uma península (cercada por água) com 800.000 habitantes. Ou seja: de cada 10 pessoas que andam pela rua, uma não tem onde dormir.

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MG2 – Edição de sábado, 25/05/2019

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MG2 – Edição de sábado, 25/05/2019
Veja nesta edição que a Esquadrilha da Fumaça se apresentou em Barbacena na comemoração dos 70 anos da Epcar. Confira também que em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, um caminhoneiro foi flagrado transportando mais de 370 kg de pasta base de cocaína. Em Juiz de Fora, acompanhe como foi o último dia do Projeto “Meu Bairro” no Grama.
Tempo: 17:30

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13 séries que estavam no ar durante ‘Game of Thrones’ e você deveria ter visto

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– Fleabag

Guarde esse nome porque estará na maioria das listas das melhores séries do ano. A segunda temporada da história criada e estrelada por Phoebe Waller-Bridge é uma maravilha do começo ao fim. Mistura de comédia ácida e mordaz pela voz de sua desbocada protagonista e drama muito obscuro, a série joga para romper a quarta parede tendo o espectador como cúmplice, a quem a protagonista dirige comentários e gestos eloquentes, um recurso que se acentua e agora dá um triplo salto mortal. O nível sobe ainda mais com a incorporação de Andrew Scott ao elenco para interpretar um padre que agita a vida da protagonista. Seus seis capítulos (menos de 30 minutos, que se passam em um suspiro) têm algumas das situações mais divertidas e dramáticas até agora neste ano. As duas temporadas desta série britânica estão disponíveis no Brasil pelo Prime Video (serviço de streaming da Amazon) e são obrigatórias para todo o seriéfilo.

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