Cartas a JF: registros de bons tempos na cidade

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Juiz de Fora, meu amor

Nos meus saudosos tempos de menina, ouvia falar em seu nome, e, em minha cabeça de criança curiosa, você aparecia como uma Cinderela linda, enfeitada para o baile. Isso porque pertenço a uma família de muitos irmãos, e as conversas à noite eram infindáveis… A conversa em família é a primeira arena da vida, só que cercada de afeto. E Juiz de Fora surgia da boca de meu Pai, de minha Mãe e de meus irmãos, como uma grande metrópole.

Radiante fiquei aos meus seis aninhos quando Mamãe me disse: ‘Vamos a Juiz de Fora’.

Foi aí que a vi pela primeira vez. Você me pareceu grandiosa, numa comprida rua cheia de árvores, por onde os bondes passavam.

Antes de completar onze anos, papai me disse: ‘Chegou a sua vez de ir estudar em Juiz de Fora.

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