Provisório permanente

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Os 500 alunos da Escola Estadual Professor Francisco Faria, em Benfica, cujas atividades pedagógicas são desenvolvidas em galpões adaptados, no Bairro Nova Era, vivem situação semelhante aos estudantes dos Grupos Centrais, que há anos se tornaram nômades, à espera da reforma do espaço original na Avenida Rio Branco. Nos dois casos, não há datas para a conclusão da recuperação. Nos grupos, a obra sequer começou a despeito de o ex-governador Fernando Pimentel ter assinado uma ordem de serviço que nunca saiu do papel.

Com o caixa no limite, a atual gestão não sinaliza para a retomada dos trabalhos, indicando que os atuais alunos deverão cumprir sua etapa sem voltar para o espaço original. De acordo com a Secretaria de Estado de Educação, a primeira etapa do projeto foi orçada em R$ 600 mil.

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