O último dia dos dinossauros

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A história é suficientemente conhecida. Há 66 milhões de anos, um enorme asteroide atingiu a costa de Yucatán, perto do que hoje é a cidade de Chicxulub, no golfo do México. O violento choque levantou uma montanha de material fundido, mais alta que o Everest e mais quente que a superfície do Sol, liberando mais energia que um bilhão de bombas como a de Hiroshima. O terreno se elevou em milhares de quilômetros ao redor, e uma chuva de rocha incandescente caiu sobre o Hemisfério Ocidental, calcinando 70% das matas. A poeira acumulada na atmosfera impediu durante meses que as plantas terrestres e o fitoplâncton marinho fizessem a fotossíntese, paralisando as cadeias tróficas e o ciclo do carbono na terra e no mar. A falta de luz congelou o planeta, e o oxigênio praticamente desapareceu da atmosfera, substituído por monóxido e dióxido de carbono, metano e enxofre, que provocaram chuvas ácidas durante meses.

Como consequência, 75% das espécies foram aniquiladas, 99,9% de todos os organismos vivos pereceram, e o ecossistema planetário foi destruído e precisou se reinventar. Depois do impacto, a Terra mudou de era geológica: terminou o Cretáceo, e com ele a era mesozoica, e começou o Cenozoico.

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