‘Tijuana’, o épico do jornalismo na fronteira

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Tijuana não é Baltimore, é possível que seja muito pior. Há mais violência, droga, corrupção e impunidade na fronteira mexicana do que na cidade norte-americana retratada por David Simon na série da HBO The Wire (2002-2008). As duas cidades também têm seus jornais locais, asfixiados pela falta de dinheiro. Mesmo que a redação do Frente Tijuana não esteja cheia de jornalistas crepusculares dispostos a salvar o couro à custa de exageros, inventar histórias e prosperar como no Baltimore Sun; e sim de heróis antigos, imaculados lutadores contra o destino. Porque Tijuana, a série que estreou em abril na Netflix, é antes de tudo uma homenagem ao ofício na terra em que são assassinados em média quase dez jornalistas por ano.

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Medo, o protagonista psicopolítico das eleições

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A noite na Espanha foi de ataque cardíaco. A Espanha pentapartidária é uma realidade política tão nova que faz de qualquer previsão um ato suicida. Foram as eleições da polarização, foram as eleições das guerras culturais, foram as eleições dos indecisos, mas também as da ida maciça às urnas. Uma participação histórica. Quase 76% dos espanhóis votaram, nove pontos a mais que nas eleições de 2016. Em algumas regiões do país, como a Catalunha, o aumento tem sido impressionante, 18 pontos a mais que em 2016. Muitos foram às urnas apavorados pelo VOX e outros com medo de uma aliança de esquerda. O medo foi o protagonista psicopolítico nesta eleição, mas o ‘voto contra’ favoreceu à esquerda. Ainda falta um longo caminho para garantir a governabilidade na Espanha que exigirá alianças entre diversos partidos de esquerda, incluindo provavelmente os nacionalistas, para conseguir uma base com 176 deputados, mas um bloco progressista parece garantido.

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Socialistas vencem na Espanha, e extrema direita entra no Parlamento

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O Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) voltou a vencer as eleições gerais da Espanha neste domingo após 11 anos sem chegar ao poder pelo voto. A vitória, porém, não será suficiente para que governe sozinho e o partido pode ter que depender dos independentistas catalães. O cenário contraria o líder da sigla, Pedro Sánchez, que convocou eleições no início deste ano justamente porque não quis ceder à chantagem política dos diversos grupos independentistas. Na Espanha, o presidente do Governo deve ser apoiado pela maioria simples do Parlamento (176 cadeiras). Para chegar a isso será necessário uma soma de alianças porque mesmo com os postos obtidos pelo aliado Unidas Podemos a esquerda não conseguiu chegar a este número. Após uma eleição repleta de incertezas, e movida com por uma participação histórica—o voto no país não é obrigatório—, a extrema direita também conseguiu entrar pela primeira vez no Parlamento, mas obteve menos cadeiras do que esperado.

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Socialistas vencem na Espanha e extrema direita entra no Parlamento

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O Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) voltou a vencer as eleições gerais da Espanha neste domingo após 11 anos na oposição. A vitória, porém, não será suficiente para governar sozinho e pode ter que depender dos independentistas catalães para conseguí-lo. O cenário contraria o líder da sigla, Pedro Sánchez, que convocou eleições no início deste ano justamente porque não quis ceder à chantagem política dos diversos grupos soberanistas. Na Espanha, o presidente do Governo deve ser apoiado por a maioria simples do Parlamento (176 cadeiras). Essa maioria simples significa, neste cenário, uma soma de alianças porque mesmo com os postos obtidos pelo aliado Unidas Podemos, a esquerda não conseguiu chegar a este número. Após uma eleição repleta de incertezas, e movida com por uma participação histórica—o voto no país não é obrigatório—, a extrema direita também conseguiu entrar pela primeira vez no Parlamento, mas obteve menos cadeiras do que esperado.

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A inevitável busca pelo pacto

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Não há política sem conflito, mas tampouco sem a possibilidade de decidir, de poder governar. No entanto, o que hoje prevalece não é a busca de zonas de entendimento para a ação política, e sim a lógica do muro: a construção de trincheiras regidas pela arcaica dialética amigo-inimigo. É essa dimensão de conflito, não o acordo, que hoje define a forma de fazer política.

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‘Dizer que nós mulheres indígenas não enfrentamos violência de gênero é mentira’

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Mulheres indígenas de todo o país sairão em marcha pela primeira vez para chamar a atenção para questões de gênero de seus povos. A decisão foi tomada durante o Acampamento Terra Livre, que terminou na última sexta-feira na capital federal. Elas se juntarão à Marcha das Margaridas, manifestação anual que ocorre todo o mês de agosto em Brasília, liderada por trabalhadoras rurais. ‘Queremos compor com as Margaridas para mostrar aliança’, contou Ro’Otsitsina Xavante, que se autointitula ‘porta-voz’ do movimento feminista indígena.

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