Alan García defendeu sua inocência por carta antes de suicidar-se: ‘Não teve contas nem subornos’

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Centenas de simpatizantes esperavam o caixão na porta da Casa do Povo, a sede do Partido Aprista, para percorrer o centro histórico de Lima e se despedir de Alan García. O ex-presidente do Peru, que morreu na quarta-feira depois de dar um tiro na cabeça minutos antes de ser preso por seu envolvimento no caso Odebrecht – a maior trama de corrupção da América Latina -, sempre defendeu sua inocência. Mas nesta sexta-feira suas últimas palavras foram divulgadas. A carta que deixou aos seis filhos antes de morrer é uma apologia de sua carreira. Nela, García lamenta ‘sofrer injustiças e circos’, garante que ‘não houve contas, nem subornos, nem riqueza’ e lança uma amarga mensagem ao qualificar seu suicídio ‘demonstração de desprezo’ em relação a seus adversários políticos.

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Museu do Holocausto de Amsterdã cobre quatro fotos dos horrores de Auschwitz

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Quatro fotos tiradas em 1944 por Alberto Errera, um judeu grego internado no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, que mostram os prisioneiros a caminho da câmara de gás, assim como a queima de cadáveres, foram cobertas pelo Museu do Holocausto de Amsterdã. Faziam parte de uma exposição dedicada à perseguição dos judeus holandeses entre 1940-1945, que pode ser vista na instituição até 6 de outubro, mas a direção justifica seu gesto alegando que ainda não tem uma posição oficial diante de cenas tão cruéis. O Instituto para Estudos da Guerra, do Holocausto e do Genocídio (NIOD na sigla em holandês), responsável pela montagem da mostra, lamenta a decisão porque considera que Errera conseguiu uma das principais provas históricas do Holocausto.

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‘Não sou menino’: Charlize Theron revela que sua filha de 7 anos é transgênero

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Durante anos, os tabloides de Hollywood acompanharam com desconcerto a relação entre a atriz Charlize Theron e seu filho Jackson, que era retratado pelos paparazzis junto com a mãe vestindo saias e vestidos. Essa situação despertou uma forte controvérsia nas redes sociais em relação à capacidade de Theron como mãe e seu direito ou não de vestir assim o garoto de 7 anos, que foi apresentado em público como menino quando foi adotado. Um debate que a vencedora do Oscar decidiu encurtar e contextualizar no jornal The Daily Mail para que termine de uma vez por todas. ‘Sim, eu também pensava que era menino. Até que com 3 anos me olhou e disse: ‘Não sou menino!”.

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Os ‘coletes amarelos’ desafiam o Governo francês com novos distúrbios

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Nem o iminente anúncio de medidas como uma esperada redução de impostos, nem o momento de unidade nacional vivido depois do incêndio da catedral de Notre Dame, nem, tampouco, o início da Semana Santa. Nada impediu que os coletes amarelos voltassem a tomar neste sábado as ruas de Paris e outras grandes cidades da França, em protestos convocados como um novo ‘ultimato’ contra o presidente Emmanuel Macron. Apesar de a mobilização não ter sido em massa, o dia transcorreu sob forte tensão por conta da ameaça de grupos minoritários radicais que o Governo disse temer que tivessem se infiltrado entre os manifestantes pacíficos, especialmente em Paris.

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Produtos para homens e para mulheres: função semelhante, preço nem tanto

Uma pesquisa feita pela Associação de Consumidores – Proteste mostrou que artigos de higiene pessoal para homens e para mulheres só são semelhantes em sua função, mas não no preço. Isto significa que os valores de aquisição podem apresentar uma grande variação, de até 357%. Para realizar o levantamento, foram verificados os produtos mais caros e mais baratos dentro das seguintes categorias: tinta de cabelo, lâmina, xampu, desodorante e sabonete. Além de produtos direcionados às mulheres e aos homens, a pesquisa considerou também artigos sem gênero definido. Todos os produtos escolhidos foram analisados com as variantes da mesma marca, ou seja: o xampu masculino foi comparado com o xampu feminino ou sem gênero definido produzido pela mesma empresa, sendo sempre esperada uma diferença perto de zero para cada produto.

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Câmeras inoperantes do Olho Vivo preocupam população

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Em dezembro de 2014, quando as 54 câmeras do programa Olho Vivo começaram a funcionar, em Juiz de Fora, foram utilizados recursos de cerca de R$ 5 milhões do Governo do Estado. O dinheiro fazia parte de um pacote de R$ 50 milhões para implantação de cerca de 800 novos aparelhos em várias regiões de Minas. Para essa empreitada, coube à Prefeitura arcar com os custos mensais de monitoramento. Os equipamentos chegaram com o objetivo de contribuir para a redução da criminalidade. Com tecnologia de infravermelho, os aparelhos têm capacidade de gravar imagens em alta resolução, inclusive no período noturno, além de rotação de 360 graus, o que permite controle total de toda a área vigiada. A vigilância, como previsto, era para ser realizada durante 24 horas. Todavia, com o passar do tempo, essa meta tem ficado cada vez mais difícil de ser cumprida.

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Conheça aplicativos que dão acesso à saúde mais fácil e democrático

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A tecnologia está no nosso dia a dia e em todas as partes: na forma como nos comunicamos, nos locomovemos e nos relacionamos uns com os outros. Com a saúde não poderia ser diferente. À parte todas as discussões sobre telemedicina, uma coisa é certa: com ela, o acesso à saúde torna-se mais fácil e democrático.

Embora reconheça que essa junção é inevitável, e que a ‘tecnologia nos ajuda muito hoje’, o médico Drauzio Varella defende a humanidade da medicina. ‘Medicina é uma profissão que a gente faz com a mão. Eu acredito nisso firmemente. Sem tocar, sem auscultar, sem examinar, você vai fazer uma coisa que pode ser um cuidado de saúde, mas não chama medicina’, disse.

João Aidar, especialista em UTI pela Associação Médica Brasileira, diz não ter dúvidas de que a telemedicina veio para ficar.

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Páscoa: a alegria de vencer a morte

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Depois de passar por cada uma das etapas do sofrimento de Cristo, desde os 40 dias de reflexão no deserto, durante a quaresma, passando por seus últimos dias, quando se recordam suas últimas vivências em sua experiência terrena e, por fim o seu martírio na cruz, é hora de os fiéis celebrarem a alegria de Jesus Cristo vivo, depois de ter vencido tudo. Enquanto na sexta-feira, a cruz e o seu sofrimento são o ponto central da liturgia, neste domingo (21), toda a aura de profunda introspecção dá lugar à alegria da Páscoa. Os cânticos e a eucaristia retornam, e os cristãos comemoram.

‘Jesus nos ensina um caminho, porque ao dar a sua vida, ele mostra que ela não termina na morte. A morte é uma situação de pecado em que vivemos. Ele dá sua vida por nos na cruz, desce à mansão dos mortos, onde há podridão, trevas, sujeira e faz uma verdadeira limpeza.

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Clínica de Direitos oferece assistência para grupos vulneráveis

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Colocar a universidade na vanguarda de ações que envolvam a garantia e a proteção de direitos fundamentais, com olhar multidisciplinar sobre as questões e priorizando demandas que terão impacto social. Esse é o mote que deverá seguir a Clínica de Direitos Fundamentais e Transparência, criada como projeto de extensão da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), que irá trabalhar para ofertar assistência jurídica a grupos vulneráveis, a fim de que este público tenha acesso aos próprios direitos. O coordenador do projeto e professor da Faculdade de Direito, Bruno Stigert, pontua que, ao partir para a defesa das minorias pelas vias legislativas ou judiciais, a clínica vai monitorar os poderes públicos, principalmente o Executivo e o Legislativo, no que diz respeito às suas decisões acerca dos direitos fundamentais.

Grupo é formado por universitários que atuam no atendimento e na orientação ao público-alvo; estudantes têm a oportunidade de se aprofundarem no conhecimento dos direitos fundamentais por meio do projeto (Foto: Olavo Prazeres)

Esse tipo de atuação já existe em outras universidades, como nas federais de Minas Gerais (UFMG) e do Rio de Janeiro (UFRJ) e também na Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), nas quais as clínicas vêm exercendo seu papel em grandes casos no país.

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