A dura rotina de Daisy, Vinicius e Selmo na linha de frente das buscas em Brumadinho

:: El Pais em 04/02/2019 01:24 ::

“Estamos todos preparados para um evento como esse, mas não acostumados. Ninguém nunca vai se acostumar como uma tragédia assim”, sintetizou Selmo Andrade. Eram 7h da manhã do sábado e o subtenente do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais partia em um helicóptero para seu nono dia de trabalho ininterrupto desde que a barragem da Vale rompeu espalhando destruição em Brumadinho. “O cansaço a gente vai superando dia a dia. Aqui temos que entregar um pouquinho mais da gente, precisamos entender a dimensão desta devastação, precisamos completar nossa missão, retirar todos os desaparecidos.”

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