Francineth Germano, a dama do samba, regressa aos palcos

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:: El Pais em 09/02/2019 20:48 ::

A nobreza popular que caracteriza Francineth se reflete em sua postura na poltrona de um hotel três estrelas no centro de São Paulo. É séria e muito educada. Marca os silêncios antes de responder e, quando o faz, seus olhos muito escuros, sempre marcados com um lápis preto (“Sou muito vaidosa”, diz), quase antecipam suas palavras. Só ri quando canta e chega a gargalhar ao relembrar as anedotas de sua longa carreira, que começou aos 11 anos, no sertão do Rio Grande do Norte. O pai era acordeonista, a mãe e a irmã cantavam na igreja, ela era a desafinada da família. “Uma vez, passeando com umas amigas em Santa Cruz de Inharé [sua cidade natal], comecei a cantar uma musiquinha e as meninas me acompanharam.

Minha mãe ouviu, apontou para mim e disse: ‘A voz daquela ali sobressai, ela canta mal, desafina direto'”, conta.

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